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A "Gaffe"....

por @k, em 20.04.09

 

 

'Gaffe' levou PSP a pedir horas extraordinárias
 
Uma aparente gaffe do secretário de Estado da Administração Interna, Rui Sá Gomes, fornecendo aos sindicatos da Polícia um despacho das Finanças onde se falava do pagamento de horas extraordinárias aos agentes, esteve na origem de uma reivindicação corporativa nesse sentido. Mas o Estado não tem dinheiro para pagar
 
O Ministério da Administração Interna (MAI) vive dias de turbulência. Além da desarticulação entre o ministro e o secretário-geral de Segurança Interna, Mário Mendes, se ter tornado uma evidência pública, o secretário de Estado da Administração Interna ateou esta semana um fogo – com o possível pagamento de horas extraordinárias à PSP – que Rui Pereira ainda está a tentar apagar.
 
Rui Sá Gomes, o secretário de Estado da Administração Interna, enviou esta semana às associações sindicais da PSP um despacho do Ministério das Finanças que abria a porta ao pagamento de horas extraordinárias aos agentes da PSP – o que nunca foi intenção do ministro Rui Pereira.
 
Por isso, a surpresa inicial com que receberam o documento de Rui Sá Gomes – «ficamos incrédulos», disse ao Diário de Noticias o presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia – foi rapidamente esfriada. Dois dias depois de terem recebido o documento, as estruturas sindicais das polícias ficaram a saber que Rui Pereira preferia «não se comprometer» com este pagamento das horas extraordinárias, como afirmou o ministro no Parlamento, desautorizando aquilo que parecera ser a intenção do seu secretário de Estado.
 
Fonte:
 
 

 

Por Vezes Acontece....
A ser verdade ....
Ou desnorte instalou-se por completo no MAI .
Ou então ...
A deflagração da notícia nos média, sobre um eventual pagamento de horas extraordinárias aos elementos da PSP, tratou-se tão simplesmente de uma manobra de diversão.
Se assim foi, a estratégia governamental  foi acertada e provocou alguns danos.
E á primeira vista, parece que um deles foi a  desmobilização da ASPP da manifestação conjunta de todas as forças de segurança efectuada no passado dia 31 de Março, enfraquecendo deste modo o poder reivindicativo dos seus elementos.
Se realmente este foi um dos motivos que deu origem á não participação dos seus associados naquela manifestação, os responsáveis da ASPP deverão tirar daí as ilações correspondentes.
Diante de tanta informação e contra-informação, os elementos da PSP necessitam que a sua Direcção Nacional (ou alguém oficialmente  encarregue para o efeito, como agora está na moda dizer),  se pronuncie rapidamente ácerca desta matéria.
Ainda no seguimento do anterior post, a antecipação à especulação deve ser a norma.... 

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