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BURLA NA INTERNET - VÍRUS

por @k, em 21.10.12

Aviso que aparece no computador 'infetado', supostamente da PSP (no quadrado a  negro no topo superior esquerdo da imagem é mostrada a cara do utilizador, uma  vez que a webcam do computador é ativada)

 

Burlões usam imagem da PSP, Multibanco e Correios          

Internautas são levados a pagar para um desbloqueio do computador desnecessário.

O pior é que emitem meios de pagamento utilizáveis em todo o mundo.

 

Os computadores com ligação à Internet estão a ser atacados de  um vírus que bloqueia os equipamentos, faz crer que se trata de um procedimento  da PSP e induz os utilizadores a pagaram 100 euros através de meios eletrónicos - para esse efeito apresenta os logos do Multibanco e dos CTT.

O objetivo dos burlões, além de quererem obter dinheiro  rapidamente, é a obtenção de 'vouchers' que podem ser utilizados em todo o  mundo, explicou ao Expresso fonte dos Correios. A PSP emitiu hoje um comunicado  na internet a alertar para esta burla, no sentido de minimizar potenciais  burlados.

Este tipo de ataque de vírus é recorrente, e tem aparecido por  vagas, diz Sérgio Magno, chefe de redação da revista "Exame Informática" que  explica: "É uma prática comum que tenta concretizar o 'rapto' de um computador e  induz a um pagamento eletrónico para desbloquear o computador alvo do  ataque".

"Estes vírus utilizam nomes de instituições credíveis - bancos,  o IRS, a PSP - e induzem as pessoas a fazerem pagamentos por meios eletrónicos  credíveis, recorrendo à imagem de redes bem conhecidas dos portugueses, como o  Multibanco ou os Correios-CTT", refere Sérgio Magno.

"Nas situações mais conhecidas, os computadores que centralizam  estas burlas informáticas estão sediados em países africanos, mas é difícil  atuar legalmente, de forma eficaz, para conseguir ressarcir os lesados",  considera.

Burlões não escolhem nacionalidade

A burla, que pode induzir ao pagamento de 100 euros através de  meios eletrónicos e está afetar a rede portuguesa, é praticada através de um  vírus informático que bloqueia os computadores, apresenta-se em forma de alerta,  identificando-se com sendo de um departamento de combate ao cibercrime da PSP,  que a emitiu para declarar a deteção de uma atividade ilegal no computador em  causa.

 

"Esta burla informática apela a um pagamento que pode ser feito  através de 'vouchers' adquiridos previamente, que servem para realizar  pagamentos na Internet e são emitidos por empresas especializadas, de que são  exemplos a Ukash e a Paysafecard", disse ao Expresso fonte oficial do grupo  CTT.

Em Portugal, estes meios de pagamento podem ser adquiridos em  vários locais, como por exemplo nas estações de Correio, nos agentes Payshop ou  nos caixas Multibanco. Estes 'vouchers' são equivalentes a meios de pagamento à  ordem, são moeda eletrónica".

Introduza o PIN...

Acontece que, "quando a pessoa que é objeto de burla, depois de  adquirir o 'voucher', introduz o PIN individual no referido site, está a  dar, sem o saber, a possibilidade ao burlão de usar esse 'voucher' em compras online, em sites que os aceitam", referem os CTT.

 

"Neste tipo de situações, o próprio utilizador tem um papel  importante, devendo tentar confirmar com as autoridades policiais, as entidades  financeiras ou na própria Internet a veracidade destes pedidos de pagamento",  aconselham os Correios, comentando que, "como em situações de fraude no mundo  físico, a informação e a cautela são sempre bons conselheiros".

 

No entanto, depois de ser efetuado a emissão do 'voucher',  concretizando o pagamento, o indivíduo burlado tem muita dificuldade em  conseguir anular a emissão do pagamento. Explicam os Correios que "a deteção  destas situações é dificultada porque o uso final do 'voucher' não é do  conhecimento de quem disponibiliza esse instrumento, uma vez que os 'vouchers'  são meios de pagamento basicamente semelhantes ao dinheiro em espécie que se  levanta num banco".

 

Os CTT dizem estar "sempre disponíveis para colaborar com  quaisquer entidades, incluindo autoridades policiais, de modo a desmantelar este  tipo de situações e também a contribuir para a literacia informática da  população".

Ataques esta semana

No comunicado emitido pela PSP, é referido que "nos últimos  dias estão a ser disseminados pop ups com o logótipo da PSP (Direção  Nacional) e com instruções para pagamento", por suposta violação da lei de  "direitos de autor e direitos adjacentes" e ou por divulgação de "conteúdos  pornográficos proibidos".

Refere o comunicado da PSP que estes ataques informáticos,  "além de conterem uma identificação gráfica mais credível e cuidada, possuem  ainda indicadores que induzem os utilizadores em erro, ativando inclusive a webcam do PC, levando o utilizador a acreditar que está a ser  monitorizado.

 

Os utilizadores são ainda informados que os atos praticados  constituem um crime ou uma contra ordenação punível com 'multa', sendo intimados  a procederem a um pagamento monetário para desbloquearem o computador".

Como se livrar do vírus burlão

O próprio comunicado da PSP dá indicações sobre o procedimento  que deve ser seguido para eliminar estes vírus. Sugere que o utilizador do  computador pessoal deve entrar no computador em "Modo de Segurança" e a seguir  deve abrir o menu iniciar\todos os programas\arranque.

 

"Aqui encontrará um atalho para um ficheiro executável, cujo  nome é constituído por um grupo de números e letras e que terá que ser  eliminado", refere ainda, aconselhando os passos seguintes para proceder à sua  eliminação:

 

 "aceder a C:\Documents and Settings\nome do utilizador\Menu  Iniciar\Programas\Arranque (no caso do windows XP)ou C:\Users\nome do  utilizador\Menu Iniciar\ Programas\ Arranque (no caso do windows 7)".

 

Diz a PSP que "nesta pasta deverá remover o ficheiro atrás  referido.

 

Após a remoção do ficheiro, deverá voltar a: menu iniciar\todos os  programas\arranque, deverá selecioná-lo com a tecla direita do rato e  eliminá-lo. Poderá iniciar agora o seu computador normalmente", remata o  comunicado da polícia.

 

Fonte:

 

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publicado às 22:00

 

Histórias


 

No Comando Metropolitano da PSP de Lisboa, 15 agentes e um chefe têm como missão recolher cadáveres.

E fazem-no há anos

 

 
 
 
 
 

NOTAS

 

SERVIÇOS

O serviço de
automaca só existe no Comando da PSP de Lisboa e no Comando da PSP do Porto.

 

DOENÇA

A maior parte dos
cadáveres recolhidos pela automaca de Lisboa deve-se a mortes por doença
súbita.

 

90 CORPOS

É a média dos corpos
recolhidos por mês, em Lisboa. Este ano, até 11 de Agosto, havia registo de
554. Em 2010, foram 977.

 

MORTES

Segundo estes
agentes, é no período inicial da manhã e da noite que há mais mortes.

 

CORPOS

Com calor, um corpo
pode ficar em decomposição em três dias. O cadáver fica liquefeito.

 

EXPO'98

As três carrinhas
Peugeot usadas no transporte dos cadáveres foram compradas por altura da
Expo’98.

 

FONTE:  

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publicado às 23:08

Domingo Agitado...

por @k, em 05.07.09

Fonte:

 

Um dos bairros mais problemáticos do concelho
Dois agentes da PSP baleados na cara às portas do bairro de Santa Filomena, na Amadora 
Uma chamada para uma ocorrência, no bairro de Santa Filomena, na Amadora, acabou com um tiroteio contra os dois agentes da PSP que acorreram ao local. Os agentes, ambos baleados na cara, foram transportados para o Hospital de São José mas o estado de saúde era considerado estável. Os autores dos disparos não foram identificados, o que levou a que a polícia levantasse um cerco ao bairro.
Fonte:

 


 

 

Por Vezes Acontece....

 

Haver Domingos assim.

 

PVA.... envia votos de rápidas melhoras e um abraço de solidariedade, aos elementos intervenientes.

 

E não se esqueçam....

olhos bem abertos, porque o perigo é a nossa profissão, e ele está sempre à espreita....

 

  

 

 

 

 

 

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publicado às 21:50

(In)cidentes...

por @k, em 15.04.09

 

 

 

Oficial da PSP destrói carro em despiste

Direcção Nacional instaurou processo disciplinar a subintendente Jorge Barreira,  comandante do Metropolitano de Lisboa para apurar as causas do acidente com "carro de função".

O carro de serviço do comandante do Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (COMETLIS), Jorge Barreira, ficou completamente destruído num acidente de viação na última semana de Março durante a madrugada. A viatura era conduzida pelo próprio Jorge Barreira que, segundo apurou o DN junto de fonte conhecedora do processo, teria álcool no sangue.

A Direcção Nacional da PSP, através do seu porta-voz, comissário Paulo Flor, confirmou ao DN o acidente com o "carro de função" do COMETLIS, garantindo que o oficial estava em serviço e que foi feito um teste de álcool, embora não revele o resultado. O oficial assumiu ainda que o comandante está a ser alvo de um processo disciplinar para "avaliar causas e pressupostos" do acidente.

Ao que o DN apurou, Barreira seguia ao volante de um Ford Mondeo azul-escuro (matrícula de 2008), fora de serviço, e com ele viajavam duas mulheres que não pertencerão aos quadros da PSP. O acidente terá acontecido na zona de Leiria. A viatura "sofreu um acidente e despistou-se, tendo ficado completamente destruída", afirmou ao fonte ligada ao processo, acrescentando que os três ocupantes "sofreram ferimentos ligeiros, mas não foram conduzidos ao hospital".

O porta-voz da PSP disse ao DN que o acidente "foi tratado como um qualquer acidente de viação". Paulo Flor argumentou que o oficial "foi sujeito ao teste de alcoolemia", mas não revelou os resultados do mesmo. Contudo, o oficial da Direcção Nacional contraria a indicação de que se trata de um Ford Mondeo, "o veículo é de outra marca" e "não transportava civis". Segundo Paulo Flor, o acidente também "ocorreu noutra região que não Leiria"..

A fonte do DN garantiu que o carro acidentado foi transportado para o depósito da PSP, em Alfragide, Lisboa, onde ainda se encontra, à espera da decisão sobre a sua eventual reparação.

O acidente com o carro de serviço, fora da área de actuação do COMETLIS, levantou um coro de indignação na PSP, disseram ao DN. "Há falta de viaturas na PSP, sobretudo na investigação criminal e continuamos a ver muitos oficiais com carros de serviço a usá-los fora das horas de trabalho e longe dos locais onde as viaturas deveriam operar", referiu um alto responsável da PSP. "Em casos em que a culpa é do condutor, é este quem acaba por suportar os custos com a reparação", sublinhou.

A falta de viaturas no serviço operacional é confirmada pelo presidente da Associação Sócio Profissional da PSP. Segundo Paulo Rodrigues "as viaturas são canalizadas para a investigação criminal pela Direcção Nacional mas muitas acabam por ser desviadas para outros fins o que prejudica o normal funcionamento desta área", concluiu.

Acidentes com carros descaracterizados das forças de segurança fora de horas e sem justificação não são inéditos.

 

Basta relembrar que, em 2003, o então comandante da Brigada de Trânsito da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Portalegre sofreu um acidente com um Subaru Impreza pouco depois de ter saído de uma discoteca. O carro foi rebocado para uma oficina particular e acabou por ser reparado a expensas do comandante.

 Fonte:

 


 

Por Vezes Acontece....
A falta de informação em tempo útil, só aproveita única e exclusivamente à especulação.
A  antecipação a este fenómeno, deveria ser uma norma nos Departamentos de Relações Públicas das forças de segurança, porque caso contrário, os grandes prejudicados serão sempre os visados e as próprias Instituições a que pertencem. 
Por Vezes Acontece....
Espera que ao invés de outros inquéritos a decorrer neste País, este decorra com a tranquilidade necessária, sem pressões de qualquer natureza, e que obtenha para bem do/s interessado/s, uma conclusão célere.

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publicado às 23:19

O Caminho

por @k, em 09.04.09

 

 

 

Mais de um milhão de euros por ano

Salários penhorados a militares da GNR

As chefias da GNR estão preocupadas com uma situação de sobreendividamento galopante dos militares nas suas vidas privadas, que já levou à penhora judicial de mais de um milhão de euros dos vencimentos por ano, apurou o CM. Os guardas não conseguem fazer face aos empréstimos que contraem – e os tribunais ordenam que uma parte dos ordenados, que por lei pode chegar a um terço, seja retida na fonte. 

 

 Fonte


 

Por Vezes Acontece....
Sabe que não é novidade que nas forças de segurança, o vencimento que a larga maioria dos seus elementos aufere mensalmente, não é nada por aí além, mas chega perfeitamente para se poder  viver condignamente, assim haja uma consciência de consumo, devidamente planeada em cada economia familiar.
Não nos podemos esquecer que os tempos são de crise, os alertas vermelhos surgem-nos diariamente, logo o momento actual será o de consumo refreado e não desenfreado como parece ser o caso.
A notícia foi difundida pela APG aos órgãos de comunicação social .
Por Vezes Acontece....
pensa que o caminho não passa por aí....
Se a denúncia da APG visava obter apoio por parte da opinião pública, a estratégia falhou redondamente.
É que de momento não existem condições de entender estes lamentos.
Parte significativa da população activa deste País, foi sujeita a falências; "layoff's" e insolvências, e como tal além de endividada está desempregada, alguns infelizmente sem ter no momento uma outra qualquer fonte de rendimento.
Por Vezes Acontece....
pensa que o caminho passa por ....
Negociação constante entre as Associações representativas da classe e a tutela, para que os novos Estatutos sejam uma realidade e que a politica de transferências dentro da GNR e da PSP, sofram as devidas alterações de modo a permitir uma maior estabilidade económica e emocional dos seus elementos e ás suas famílias.
 

 

Por Vezes Acontece....
Ouvir boas notícias

  

 

 

 

Agressões em certos locais públicos e contra polícia são outras apostas do Governo
Crimes com armas fazem parte das prioridades de política criminal para próximo biénio 
O combate a crimes cometidos com armas e agressões praticadas em tribunais, hospitais, escolas ou contra agentes de segurança vão estar na primeira linha das prioridades de política criminal aprovadas pelo Governo para o biénio 2009/2011.

Este diploma, que terá de ser aprovado pela Assembleia da República, foi apresentado no final do Conselho de Ministros pelo titular da pasta da Justiça, Alberto Costa. Face à anterior lista de prioridades constante na lei-quadro de política criminal, Alberto Costa disse que agora se acrescentam "os objectivos específicos" de "crimes cometidos com armas".

"Passa a haver uma especificação em torno das armas, que estava implícita na criminalidade violenta, grave ou organizada, mas que agora é expressamente focada. Como também será focada a promoção da celeridade processual, já que o atraso dos processos comporta prejuízos dos pontos de vista da prevenção e da repressão dos crimes cometidos", sublinhou o ministro da Justiça.

Ainda de acordo com o membro do Governo, a proposta de lei especificará "certos modos de cometimento de crimes, como o elevado grau de mobilidade, a especialidade técnica ou dimensão transnacional".

"A proposta valoriza também certos espaços ou áreas de cometimento de crimes, focando-os os crimes cometidos em instalações de tribunais, espaços escolares ou hospitais", acrescentou o ministro da Justiça.

Fonte:

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publicado às 22:50

 

 

 

 

 

Crime aproveitou reorganização territorial das forças de segurança
O crime aproveitou em seu favor as mudanças na organização territorial das forças de segurança feito no ano passado.
Este facto é reconhecido pelo governo, pelos números da segurança interna e pelos sindicatos da PSP e da GNR.
  

 

Por Vezes Acontece....
Depois de ler o artigo do , julgo que ficou uma pergunta por fazer, que é a seguinte:
Antes da transferência para as novas áreas de competência, quantas reuniões conjuntas se efectuaram para partilha de informação, entre a PSP e a GNR ?
Apercebe-se pela demora na adaptação, e isso tem sido demasiado notório, que poucas reuniões de trabalho se efectuaram ou então mesmo nenhuma teria existido sobre esta matéria.
Tudo leva a crer que  tanto a PSP como a  GNR,  e nomeadamente as suas Equipas de Investigação Criminal, levaram consigo todo um conjunto de informações sobre as suas anteriores áreas de actuação, tais como:
indivíduos já referenciados como estando ligados ao mundo do crime;
o  conhecimento do terreno;
mostragem das áreas sensíveis e/ou de grande instabilidade cultural;
etc.
Estas e outras informações importantes, por não terem sido facultadas em tempo útil aos novos responsáveis, deu como resultado um inquantificável e patente prejuízo para as populações.
Partilhar conhecimentos também é cultura.... e além disso está na Lei....
 
Lei n.º 53/2008 de 29 de Agosto  - Lei de Segurança Interna 

Artigo 6.º
Coordenação e cooperação das forças de segurança

 

1 - As forças e os serviços de segurança exercem a sua actividade de acordo com os princípios, objectivos, prioridades, orientações e medidas da política de segurança interna e no âmbito do respectivo enquadramento orgânico. 
2 - Sem prejuízo do disposto no número anterior, as forças e os serviços de segurança cooperam entre si, designadamente através da comunicação de informações que, não interessando apenas à prossecução dos objectivos específicos de cada um deles, sejam necessárias à realização das finalidades de outros, salvaguardando os regimes legais do segredo de justiça e do segredo de Estado.
 

 


 

 

  

 

 

 

 

  • Aviso n.º 7514/2009. D.R. n.º 67, Série II de 2009-04-06

    Ministério das Finanças e da Administração Pública - Caixa Geral de Aposentações, I. P.

    Lista de aposentados e reformados a partir de 1 de Maio de 2009

     

     

     

     

     

  • Despacho n.º 9468/2009. D.R. n.º 67, Série II de 2009-04-06

    Ministérios dos Negócios Estrangeiros, das Finanças e da Administração Pública e da Administração Interna

    Nomeação do intendente Jorge Alexandre Gonçalves Maurício da PSP, como oficial de ligação do MAI, junto da Embaixada de Portugal em Praia

     

     

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    publicado às 16:26

     

     

    30 Março 2009 - 00h30
    PSP: 670 agentes, chefes e oficiais são credores de milhares de euros
    Gratificados por pagar a centenas de polícias
    São prestações da casa e contas que ficam por pagar, idas ‘à terra’ que são adiadas." É desta forma que os agentes da PSP que não receberam suplementos e gratificados nos últimos meses resumem as dificuldades que sentem. Segundo o CM apurou, há 670 agentes, chefes e até oficiais dos comandos da PSP de Oeiras e Setúbal, bem como da Divisão do aeroporto de Lisboa, a quem, por razões diferentes, são devidas quantias entre os 150 e os 500 euros.

    Na PSP de Setúbal, pelo menos 200 agentes não recebem a remuneração pelos serviços extras. A câmara municipal não pagou à PSP os serviços contratados e, segundo documentos a que o CM teve acesso, estão dez mil euros em falta. Existem ainda diversas empresas que solicitaram serviços da PSP nos últimos anos e entretanto foram à falência.
    Em Oeiras, também falta pagar gratificados a pelo menos 180 agentes, alguns deles ainda referentes a Dezembro de 2008. A estes estão em falta entre os 200 e os 500 euros, dependendo do número de serviços extras que efectuaram. "Na Divisão garantem que o processamento dos dados foi feito atempadamente e enviado para o comando de Lisboa. Lá, dizem que a responsabilidade é da Direcção Nacional, de onde remetem de novo para o Comando", disse fonte policial.
    O CM sabe que as entidades que solicitaram os serviços policiais já pagaram o que deviam. "O dinheiro está na PSP. Porque é que não pagam aos agentes que vivem com menos de 750 euros?", questiona fonte sindical.
    PEDIDA CAUTELA COM DEVEDORES 
    Em Setúbal, é grande a lista de empresas e entidades públicas que não pagam os gratificados aos agentes da PSP. A dívida de dez mil euros da Câmara de Setúbal a 170 elementos da PSP arrasta-se há dois anos. Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical de Profissionais da Polícia (ASPP), lamenta o sucedido e recorda que o problema não é de agora. "É preocupante saber que nos debatemos com os mesmos entraves e que os prejudicados sejam sempre os mesmos", lembra.
    O presidente da ASPP admite, no entanto, que a solução passa por uma maior atenção e cuidado com as empresas para as quais os agentes são enviados. "Tem de haver uma consciência por parte dos comandantes em não enviar os agentes para as empresas que pagam tarde", continua. De referir que os agentes que se recusarem a prestar estes serviços estão sujeitos a processos disciplinares.
    ERRO INFORMÁTICO TIRA SUBSÍDIOS NO AEROPORTO
    Está algures na secção de vencimentos do Comando da PSP de Lisboa a origem do erro informático que deixou cerca de 300 agentes e chefes da Divisão da PSP do aeroporto de Lisboa com um ‘rombo’ de 200 euros no salário de Março. A verba em falta, que corresponde aos subsídios de turno e patrulha, representa, ao que o CM apurou, perto de um quarto do salário médio dos efectivos daquela divisão, que ascende a pouco mais de 800 euros mensais.
    O Sindicato Unificado de Polícia (SUP) denunciou a falha à Direcção Nacional, que assegurou pagar a verba em falta no salário de Abril. No entanto, o SUP quer "apurar responsáveis por 300 agentes terem passado dificuldades por causa de um erro", disse ao CM o presidente do SUP, Peixoto Rodrigues.
    PORMENORES
    PAGAMENTOS
    Os gratificados – feitos nas folgas ou após os horários de serviço – têm dois valores. Os que são pagos pelo Ministério da Administração Interna são-no a partir de 19 euros por 4 horas. Os serviços para particulares têm uma remuneração a partir de 28 euros pelo mesmo tempo.
    ALTERAÇÕES
    O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, comunicou aos sindicatos que pretende introduzir alterações nos diplomas legais de pagamento dos serviços remunerados.
    Magali Pinto / João C. Rodrigues / Miguel Curado

    Fonte:

     


     

    Por Vezes Acontece.....

     

    Se é um/a profissional das forças de segurança ou simplesmente um cidadão preocupado com a sua segurança e dos seus, não perca hoje à noite (30Mar2009) na RTP 1 pelas 22H36,  no programa "Prós e Contras" conduzido pela Drª Fátima Campos Ferreira, porque a temática em debate vai ser "Uma Questão de Segurança...."

     

     

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    publicado às 18:49

     

    Relatório Anual de Segurança Interna de 2008
    Criminalidade violenta subiu quase 11 por cento no ano passado 
    26.03.2009 - 18h54 Lusa, PÚBLICO

    A criminalidade violenta aumentou 10,7 por cento em 2008 face a 2007, de acordo com o Relatório de Segurança Interna relativo ao ano passado, que o Governo apreciou hoje em Conselho de Ministros e apresentou no Ministério da Administração Interna. A criminalidade geral teve uma subida de 7,5 por cento.

    O Relatório Anual de Segurança Interna de 2008 indica que as forças de segurança registaram um total de 421.037 crimes (mais de 1100 por dia), dos quais 24.313 foram graves e violentos.

    Entre os crimes violentos, destacam-se os assaltos a bancos e a bombas de gasolina, que aumentaram praticamente para o dobro.

    Verificaram-se 230 roubos a bancos, contra 108 em 2007, e 468 assaltos a postos de abastecimento de combustível, contra 241 no ano anterior.

     

    Fonte:

     

     

    Visualizar o Relatório Anual de Segurança Interna - Ano 2008

     

     

    Por Vezes Acontece....

     

    Os  números apresentados neste Relatório, fazem lembrar aquele velho slogan publicitário de que são como o algodão....  não enganam.

    A criminalidade aumentou exponencialmente, e em especial a mais violenta.

    As forças de segurança têm um árduo trabalho pela frente.

    E para meter mãos à obra (motivados como convém), só falta mesmo o legislador dar uma "ajudinha"....

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    publicado às 23:26

     

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    O juízo do juiz

     

     

    Autor: Pedro Ivo Carvalho
    Data: Sexta-feira, 20 de Março de 2009
     Pág.: 05
    Temática: Preto no Branco

     

     

    Por mais que tente, por mais que me expliquem, por mais que leia e releia as normas do Código do Processo Penal, não consigo compreender como é que alguém que mata a mulher com seis facadas e o faz em frente à filha da vítima, uma criança de dez anos, consegue a proeza de não ficar em prisão preventiva. Por mais que me esforce, não consigo imaginar sequer o terror em que vive aquela criança ao saber que o padrasto pode visitá-la tranquilamente um destes dias, na Mexilhoeira Grande, Portimão, sabe-se lá com que propósito. Porque nem disso ficou impedido.

    Os legalistas acharão a tese populista. Porque nenhum juiz age contrariamente ao espírito da lei. E, como tal, Pedro Frias - o juiz do caso - deve ter tido uma razão muito forte para não ter decretado a prisão preventiva do suspeito de um crime de sangue. Mais a mais, dirão ainda, o novo Código do Processo Penal veio diminuir a capacidade de os magistrados aplicarem a mais gravosa das medidas de coacção.

    Desconheço os fundamentos da decisão do juiz Pedro Frias, mas não tenho dúvida nenhuma que o senso comum se inclinará a classificá-la, digamos assim, de demasiadamente permissiva. Porque beneficia o arguido e não a vítima (ou, se quisermos, prejudica duplamente uma criança que perdeu a mãe de uma forma bárbara). Neste caso, aparentemente, o crime compensou: a única obrigação do presumível homicida é apresentar-se diariamente às autoridades. E não ir, já agora, se não for incómodo, para muito longe do sol algarvio.

    Por que é que isto acontece? Basicamente, porque o arguido soube servir-se bem da lei. Aconselhou-se devidamente com um advogado e, um dia depois de alegadamente ter cometido o crime, entregou-se às autoridades, cortando, assim, pela raiz a hipótese de lhe ser decretada a prisão preventiva com base no risco de fuga. Recebeu uma mera notificação para comparecer no tribunal no dia seguinte, mas só resolveu aparecer dois dias depois. Mesmo assim, o juiz endossou-lhe as chaves de uma liberdade muitíssimo pouco condicionada.

    Pedro Frias é o mesmo juiz que não decretou prisão preventiva a um homem que disparou três tiros contra outro dentro de uma esquadra de Portimão, alegando, de acordo com os relatos transcritos nos jornais, que o agressor tinha agido emocionalmente. A vítima, essa, vive agora as emoções como tetraplégica.

    Pedro Frias é o mesmo juiz que decretou prisão preventiva a um homem acusado de furtar um telemóvel e é o mesmo juiz que demorou pouco mais de uma hora a também ordenar preventiva ao desequilibrado que roubou um camião em Lagos, matou uma mulher e atropelou outras oito pessoas.

    Servem estes exemplos, sobretudo o último, para fazer supor que não se está perante nenhum padrão comportamental e mais perante uma questão de estilo. Mas esta discricionariedade de juízos comporta múltiplos perigos: passa um sinal de impunidade para os criminosos, um sinal de impotência para as forças da autoridade e, mais grave do que tudo, um sinal para as vítimas de que se a lei dos tribunais não acaba com o seu sofrimento o melhor é enveredarem pela menos convencional mas mais certeira lei dos homens.

    No fundo, fazendo justiça pelas próprias mãos e não pelas mãos dos outros.

     

     

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    Pedófilo acidental
    Por Joaquim Letria
    DEFINITIVAMENTE, em Portugal, não há juízes maus. Já se sabia isto, mas para confirmação basta ver o julgamento do médico pedófilo posto na rua, nos Açores, com uma pena suspensa de quatro anos de cadeia, por ter violado, repetidamente, uma menina de 9 e outra de 12 anos.
    Atentemos na humanidade do acórdão da sentença que revela um coração de pomba, derretido por o médico se ter confessado arrependido, a ponto de elogiar o seu acto de contrição.
    O tribunal não só proclamou os factos como um acidente, como concluiu que não ficou provado que este tivesse causado sequelas nas vítimas. A gente compreende. Até lhes deve ter feito muito bem. É com acidentes destes que as meninas se fazem mulherzinhas!
    24 Horas» de 23 de Março de 2009

     

     

    Por Vezes Acontece....

    A Justiça quer-se Cega, mas a Cegueira parece querer tomar conta da Justiça....

     

     

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    publicado às 22:58

        

     

     

     

     
    Presidente da Câmara de Lisboa fala em falta de visão de conjunto
    O presidente da Câmara de Lisboa exigiu ontem ao Governo explicações sobre a estratégia de policiamento de proximidade e a gestão da rede de esquadras, acusando o Ministério da Administração Interna de determinar o encerramento destas estruturas “consoante estão a cair ou não”, e não “em função dos problemas de segurança da cidade”.
    Fonte:

     

     

    Por Vezes Acontece....

     

    O Presidente da Câmara de Lisboa, até tem razão quando diz que a situação despoletada é "um caso de polícia"....

    Mas só passou a ser um caso de polícia, porque o poder político se alheou do problema.

    A CM Lisboa deveria de ter assumido como lhe competia, e em tempo útil, quando a Cooperativa que deu origem àquele Bairro declarou falência), a  responsabilidade e a condução de todo o processo urbanístico, .

    É que, enquanto não houver uma solução séria para aquela zona da cidade,  este triste episódio irá por certo repetir-se, não se prevendo as consequências nem as proporções ou repercussões do mesmo.

    Relembra-se que as feridas ainda estão por sarar entre estas duas comunidades na Quinta da Fonte, pelo conflito surgido no final da primavera de 2008.

    As declarações públicas dos dois Presidentes (CM Lisboa e Junta de Freguesia do Alto do Pina) já se tornam repetitivas na classe política, porque o estilo é sempre o mais do mesmo.... "sacode-se a água do capote e a culpa uma vez mais, morre solteira".

    O povo anseia que os políticos arranjem soluções para os problemas, e não que os enjeitem,  ou pior ainda, que sejam a causa deles.

     

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    publicado às 23:35


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