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Polícias terão mais formação

sobre violência doméstica

 

O Governo pretende intensificar no próximo ano as ações de formação com as forças de segurança no que respeita à violência doméstica de modo a que as queixas das vítimas não sejam desvalorizadas. "O que ouvimos dizer é que é preciso que as polícias tivessem uma formação mais alargada e maciça de modo a que as queixas das vítimas não sejam desvalorizadas", afirmou a secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, na cerimónia de encerramento das Jornadas Nacionais Contra a Violência Doméstica, em Lisboa.

Nesse sentido, adiantou, o objetivo é "intensificar no próximo ano as ações de formação com as forças de segurança", em parceria com o Ministério da Administração Interna.

 

Em declarações aos jornalistas, Teresa Morais adiantou que "há três áreas que estão identificadas como prioritárias: formação de polícias, ações nas escolas e na área da saúde".

 

A governante afirmou que "o país falhou na educação a diversos níveis nos últimos anos", considerando que "a escola é um elemento sinalizador muito importante, um meio privilegiado para identificar sinais de violência".

 

Em relação aos profissionais de saúde, acrescentou, o objetivo é preparar médicos e enfermeiros "para reconhecerem os sinais de violência doméstica".

 

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publicado às 23:47

 

Histórias


 

No Comando Metropolitano da PSP de Lisboa, 15 agentes e um chefe têm como missão recolher cadáveres.

E fazem-no há anos

 

 
 
 
 
 

NOTAS

 

SERVIÇOS

O serviço de
automaca só existe no Comando da PSP de Lisboa e no Comando da PSP do Porto.

 

DOENÇA

A maior parte dos
cadáveres recolhidos pela automaca de Lisboa deve-se a mortes por doença
súbita.

 

90 CORPOS

É a média dos corpos
recolhidos por mês, em Lisboa. Este ano, até 11 de Agosto, havia registo de
554. Em 2010, foram 977.

 

MORTES

Segundo estes
agentes, é no período inicial da manhã e da noite que há mais mortes.

 

CORPOS

Com calor, um corpo
pode ficar em decomposição em três dias. O cadáver fica liquefeito.

 

EXPO'98

As três carrinhas
Peugeot usadas no transporte dos cadáveres foram compradas por altura da
Expo’98.

 

FONTE:  

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publicado às 23:08

VIOLENCIA DOMÉSTICA - II

por @k, em 14.11.10

 

 

Violência doméstica volta a matar mais este ano Nos primeiros dez meses do ano foram assassinadas em Portugal pelo menos 30 mulheres vítimas de violência doméstica, mais uma do que em 2009.

Em 20 por cento dos casos, os homicidas, normalmente maridos das vítimas, mataram uma segunda pessoa, quase sempre um filho. Contabilizando todas as situações, são pelo menos 36 as vítimas mortais em contexto de violência doméstica este ano no país.

As vítimas passam grande parte da vida sujeitas a maus tratos  As contas foram feitas pelo PÚBLICO a partir de todas as ocorrências noticiadas este ano, mas Maria José Magalhães, presidente da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), admite que as vítimas possam ser mais. "O número não chega às 40 mulheres assassinadas, mas é superior a 30", afirma, acrescentando que o Observatório de Mulheres Assassinadas da UMAR ainda está a compilar informações.

 As vítimas, na maioria com idades entre os 30 e os 40 anos, passaram parte da vida sujeitas aos maus tratos dos maridos ou companheiros. Algumas chegaram mesmo a apresentar queixa na polícia, mas acabaram, mesmo assim, por ter um fim trágico.

Os homicidas são, em mais de 70 por cento dos casos, maridos ou namorados das vítimas.

Nas restantes situações, ou tinham tido uma relação amorosa com a mulher que assassinaram ou eram familiares próximos.

Mais de metade dos homicidas tem entre 40 e 60 anos e apenas dois são jovens na casa dos 20 anos.

Segundo Maria José Magalhães, é "o próprio ciclo da violência", que vai aumentando até que a agressão se torna fatal, que conduz ao final trágico.

Mas também há um padrão comum nos crimes de situações que funcionam como rastilho.

O divórcio ou a ameaça de pôr fim à relação foram, em 30 por cento dos casos registados este ano, os motivos do crime.

E os ciúmes e as suspeitas de traição representam outros 20 por cento das situações.

Para a responsável da UMAR, é o sentimento de posse obsessivo do homem em relação à mulher que o leva a não suportar a ideia da separação ou de uma traição e a cometer o crime.

Lei por potenciar Maria José Magalhães não percebe como não foram evitados os crimes nos casos em que as vítimas apresentaram queixa às polícias.

O problema, sublinha, é não haver, antes de o crime ser cometido, "uma acção imediata, a fim de obrigar o agressor a manter-se afastado da vítima, nomeadamente a prisão".

"O sistema judicial tem de ser mais preventivo e não agir depois da tragédia, quando as pessoas já estão mortas", defende. Para a secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais, o problema reside essencialmente no facto de o sistema de protecção ser novo.

"A protecção das vítimas tem pouco mais de meio ano e é natural que não se potencie a aplicação da lei" em tão pouco tempo, explica.

Ainda assim, a secretária de Estado sublinha que, nalgumas situações, as medidas deram frutos.

"Há casos em que as mulheres não morreram por terem sido protegidas.

Neste momento temos 1533 mulheres e crianças em casas de abrigo" para vítimas de violência doméstica, diz Elza Pais.

Apesar de admitir que muito tem sido feito no combate à violência doméstica, nomeadamente com a criação das casas-abrigo e centros de atendimento e através de alterações legislativas importantes - a violência doméstica passou a ser crime público e o sistema de vigilância electrónica foi alargado aos agressores -, a presidente da UMAR considera que o caminho que falta percorrer ainda é longo.

"É preciso regulamentar o resto da lei e aplicá-la", diz, acrescentando que cada vez mais é necessário apostar na educação sobre a questão da violência doméstica logo desde a infância.

 

 

 


 

PVA...

 

O tema é recorrente na sociedade portuguesa..... por isso mesmo, nunca é demais voltar a falar deste assunto...

 

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publicado às 15:01

 

 

Ao longo deste ano o site do CM vai acompanhar todos os homicídios ocorridos em Portugal e recordar as circunstâncias em que as vítimas do tipo de crime mais irreversível perderam a vida.

  

 


  

 

PVA...

 

Excelente Trabalho disponibilizado pelo   

Para acompanhar e adicionar nos Favoritos.

 

 

 

 

 

 

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publicado às 22:48

São vários os estudos que apontam a família como o local onde existe maior violência, mais do que em qualquer outro meio social. Vinte e cinco por cento da criminalidade registada ocorre no seio da família, percentagem que tenderia a aumentar se toda a violência que aí ocorre fosse denunciada. Contudo, trata-se de uma violência secreta e silenciada, que escapa ao controlo público e acerca da qual não se tem o costume de falar. Neste quadro, só as violências mais atrozes e visíveis, como por exemplo o homicídio, são detectadas. De um modo geral, estima-se que de um quarto a um terço das mortes por homicídio ocorrem no seio da família, não só nos EUA mas também em países europeus e de Leste, o que reforça o risco de ser poder ser morto mais no seio da família do que no interior de outro grupo social qualquer.

 

 

 

 

 


 

PVA....

 

Uma leitura que nos ajuda a compreender um pouco melhor o fenómeno....

 

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publicado às 11:45

PVA.... ESTÁ DE LUTO

por @k, em 01.12.09

 

        

 

 

 

Montemor-o-Velho

Homem mata mulher e militar da GNR a tiro

Publicado em 29 de Novembro de 2009

 

 

Um homem de 41 anos matou hoje a tiro a mulher, que se encontrava dentro de uma ambulância, e um militar da GNR em Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra, disse à agência Lusa fonte da corporação.

O comandante do Destacamento da GNR de Montemor-o-Velho adiantou à agência Lusa que um segundo militar foi baleado na anca, encontrando-se hospitalizado mas livre de perigo.

Segundo o alferes Nogueira, a mulher “com sinais de agressão” apresentou queixa contra o marido por violência doméstica esta manhã no posto da GNR de Montemor-o-Velho, tendo os militares de serviço chamado uma ambulância para que fosse observada no Instituto de Medicina Legal. “A mulher ainda arrancou na ambulância mas o condutor foi obrigado a regressar ao posto da GNR por ameaça do marido que seguia no seu encalço”, explicou o oficial.

Foi já com a ambulância parada junto ao posto da GNR que o agressor terá disparado uma caçadeira contra a mulher, atingindo-a mortalmente.

Detido pelos militares do posto, o homicida foi revistado no interior das instalações onde, de acordo com o alferes Nogueira, terá sacado de um revólver e atingido os dois militares.

 

 Fonte: Ionline

  

 

(Nota à Imprensa da APG/GNR)

 

 

PVA....

Está de Luto.

Quando morre um profissional no exercício do seu dever, este espaço tal como toda a sociedade, ficam tristes e mais pobres.

Á Família enlutada e aos colegas que privaram de perto com o malogrado camarada, PVA.... apresenta as mais sentidas condolências.

 

 

 

 

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publicado às 12:52

 

 

 

 

 

Lei n.º 104/2009. D.R. n.º 178, Série I de 2009-09-14

Assembleia da República

 

Aprova o regime de concessão de indemnização às vítimas de crimes violentos e de violência doméstica

 

 

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publicado às 23:10


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