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Ventos de Mudança....

por @k, em 31.03.09

 

Manifestação contra a degradação das condições de serviço

Cerca de mil militares da GNR manifestam-se em frente à
Assembleia da República 
31.03.2009 - 18h39 José Bento Amaro, com Lusa
São cerca de mil os militares da GNR que vão manifestar-se hoje em frente à Assembleia da República, num protesto convocado contra “a degradação” das condições de serviço e o “não cumprimento” das promessas do Governo. “Mentiroso” e “A saúde é um direito” são algumas das frases que se podem ler nos cartazes dos manifestantes, dirigidos ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira.

Contudo, de acordo com o presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG), José Manageiro, o número de participantes poderia ser substancialmente superior “
se os comandos não tivessem marcado operações inopinadas para as pessoas não poderem comparecer”.
 
Fonte:
 
 

 

Fonte: RTP

 

 

Por Vezes Acontece.... 

 

“número de participantes poderia ser substancialmente superior “se os comandos não tivessem marcado operações inopinadas para as pessoas não poderem comparecer”.

 

Pela estratégia aplicada e que se mantém inalterada ao longo dos anos, fica-nos a amarga sensação que os ventos de mudança, tardam em chegar ao Largo do Carmo....

 

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publicado às 23:26

 

 

30 Março 2009 - 00h30
PSP: 670 agentes, chefes e oficiais são credores de milhares de euros
Gratificados por pagar a centenas de polícias
São prestações da casa e contas que ficam por pagar, idas ‘à terra’ que são adiadas." É desta forma que os agentes da PSP que não receberam suplementos e gratificados nos últimos meses resumem as dificuldades que sentem. Segundo o CM apurou, há 670 agentes, chefes e até oficiais dos comandos da PSP de Oeiras e Setúbal, bem como da Divisão do aeroporto de Lisboa, a quem, por razões diferentes, são devidas quantias entre os 150 e os 500 euros.

Na PSP de Setúbal, pelo menos 200 agentes não recebem a remuneração pelos serviços extras. A câmara municipal não pagou à PSP os serviços contratados e, segundo documentos a que o CM teve acesso, estão dez mil euros em falta. Existem ainda diversas empresas que solicitaram serviços da PSP nos últimos anos e entretanto foram à falência.
Em Oeiras, também falta pagar gratificados a pelo menos 180 agentes, alguns deles ainda referentes a Dezembro de 2008. A estes estão em falta entre os 200 e os 500 euros, dependendo do número de serviços extras que efectuaram. "Na Divisão garantem que o processamento dos dados foi feito atempadamente e enviado para o comando de Lisboa. Lá, dizem que a responsabilidade é da Direcção Nacional, de onde remetem de novo para o Comando", disse fonte policial.
O CM sabe que as entidades que solicitaram os serviços policiais já pagaram o que deviam. "O dinheiro está na PSP. Porque é que não pagam aos agentes que vivem com menos de 750 euros?", questiona fonte sindical.
PEDIDA CAUTELA COM DEVEDORES 
Em Setúbal, é grande a lista de empresas e entidades públicas que não pagam os gratificados aos agentes da PSP. A dívida de dez mil euros da Câmara de Setúbal a 170 elementos da PSP arrasta-se há dois anos. Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical de Profissionais da Polícia (ASPP), lamenta o sucedido e recorda que o problema não é de agora. "É preocupante saber que nos debatemos com os mesmos entraves e que os prejudicados sejam sempre os mesmos", lembra.
O presidente da ASPP admite, no entanto, que a solução passa por uma maior atenção e cuidado com as empresas para as quais os agentes são enviados. "Tem de haver uma consciência por parte dos comandantes em não enviar os agentes para as empresas que pagam tarde", continua. De referir que os agentes que se recusarem a prestar estes serviços estão sujeitos a processos disciplinares.
ERRO INFORMÁTICO TIRA SUBSÍDIOS NO AEROPORTO
Está algures na secção de vencimentos do Comando da PSP de Lisboa a origem do erro informático que deixou cerca de 300 agentes e chefes da Divisão da PSP do aeroporto de Lisboa com um ‘rombo’ de 200 euros no salário de Março. A verba em falta, que corresponde aos subsídios de turno e patrulha, representa, ao que o CM apurou, perto de um quarto do salário médio dos efectivos daquela divisão, que ascende a pouco mais de 800 euros mensais.
O Sindicato Unificado de Polícia (SUP) denunciou a falha à Direcção Nacional, que assegurou pagar a verba em falta no salário de Abril. No entanto, o SUP quer "apurar responsáveis por 300 agentes terem passado dificuldades por causa de um erro", disse ao CM o presidente do SUP, Peixoto Rodrigues.
PORMENORES
PAGAMENTOS
Os gratificados – feitos nas folgas ou após os horários de serviço – têm dois valores. Os que são pagos pelo Ministério da Administração Interna são-no a partir de 19 euros por 4 horas. Os serviços para particulares têm uma remuneração a partir de 28 euros pelo mesmo tempo.
ALTERAÇÕES
O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, comunicou aos sindicatos que pretende introduzir alterações nos diplomas legais de pagamento dos serviços remunerados.
Magali Pinto / João C. Rodrigues / Miguel Curado

Fonte:

 


 

Por Vezes Acontece.....

 

Se é um/a profissional das forças de segurança ou simplesmente um cidadão preocupado com a sua segurança e dos seus, não perca hoje à noite (30Mar2009) na RTP 1 pelas 22H36,  no programa "Prós e Contras" conduzido pela Drª Fátima Campos Ferreira, porque a temática em debate vai ser "Uma Questão de Segurança...."

 

 

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publicado às 18:49

 

Relatório Anual de Segurança Interna de 2008
Criminalidade violenta subiu quase 11 por cento no ano passado 
26.03.2009 - 18h54 Lusa, PÚBLICO

A criminalidade violenta aumentou 10,7 por cento em 2008 face a 2007, de acordo com o Relatório de Segurança Interna relativo ao ano passado, que o Governo apreciou hoje em Conselho de Ministros e apresentou no Ministério da Administração Interna. A criminalidade geral teve uma subida de 7,5 por cento.

O Relatório Anual de Segurança Interna de 2008 indica que as forças de segurança registaram um total de 421.037 crimes (mais de 1100 por dia), dos quais 24.313 foram graves e violentos.

Entre os crimes violentos, destacam-se os assaltos a bancos e a bombas de gasolina, que aumentaram praticamente para o dobro.

Verificaram-se 230 roubos a bancos, contra 108 em 2007, e 468 assaltos a postos de abastecimento de combustível, contra 241 no ano anterior.

 

Fonte:

 

 

Visualizar o Relatório Anual de Segurança Interna - Ano 2008

 

 

Por Vezes Acontece....

 

Os  números apresentados neste Relatório, fazem lembrar aquele velho slogan publicitário de que são como o algodão....  não enganam.

A criminalidade aumentou exponencialmente, e em especial a mais violenta.

As forças de segurança têm um árduo trabalho pela frente.

E para meter mãos à obra (motivados como convém), só falta mesmo o legislador dar uma "ajudinha"....

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publicado às 23:26

 

 1

 

O juízo do juiz

 

 

Autor: Pedro Ivo Carvalho
Data: Sexta-feira, 20 de Março de 2009
 Pág.: 05
Temática: Preto no Branco

 

 

Por mais que tente, por mais que me expliquem, por mais que leia e releia as normas do Código do Processo Penal, não consigo compreender como é que alguém que mata a mulher com seis facadas e o faz em frente à filha da vítima, uma criança de dez anos, consegue a proeza de não ficar em prisão preventiva. Por mais que me esforce, não consigo imaginar sequer o terror em que vive aquela criança ao saber que o padrasto pode visitá-la tranquilamente um destes dias, na Mexilhoeira Grande, Portimão, sabe-se lá com que propósito. Porque nem disso ficou impedido.

Os legalistas acharão a tese populista. Porque nenhum juiz age contrariamente ao espírito da lei. E, como tal, Pedro Frias - o juiz do caso - deve ter tido uma razão muito forte para não ter decretado a prisão preventiva do suspeito de um crime de sangue. Mais a mais, dirão ainda, o novo Código do Processo Penal veio diminuir a capacidade de os magistrados aplicarem a mais gravosa das medidas de coacção.

Desconheço os fundamentos da decisão do juiz Pedro Frias, mas não tenho dúvida nenhuma que o senso comum se inclinará a classificá-la, digamos assim, de demasiadamente permissiva. Porque beneficia o arguido e não a vítima (ou, se quisermos, prejudica duplamente uma criança que perdeu a mãe de uma forma bárbara). Neste caso, aparentemente, o crime compensou: a única obrigação do presumível homicida é apresentar-se diariamente às autoridades. E não ir, já agora, se não for incómodo, para muito longe do sol algarvio.

Por que é que isto acontece? Basicamente, porque o arguido soube servir-se bem da lei. Aconselhou-se devidamente com um advogado e, um dia depois de alegadamente ter cometido o crime, entregou-se às autoridades, cortando, assim, pela raiz a hipótese de lhe ser decretada a prisão preventiva com base no risco de fuga. Recebeu uma mera notificação para comparecer no tribunal no dia seguinte, mas só resolveu aparecer dois dias depois. Mesmo assim, o juiz endossou-lhe as chaves de uma liberdade muitíssimo pouco condicionada.

Pedro Frias é o mesmo juiz que não decretou prisão preventiva a um homem que disparou três tiros contra outro dentro de uma esquadra de Portimão, alegando, de acordo com os relatos transcritos nos jornais, que o agressor tinha agido emocionalmente. A vítima, essa, vive agora as emoções como tetraplégica.

Pedro Frias é o mesmo juiz que decretou prisão preventiva a um homem acusado de furtar um telemóvel e é o mesmo juiz que demorou pouco mais de uma hora a também ordenar preventiva ao desequilibrado que roubou um camião em Lagos, matou uma mulher e atropelou outras oito pessoas.

Servem estes exemplos, sobretudo o último, para fazer supor que não se está perante nenhum padrão comportamental e mais perante uma questão de estilo. Mas esta discricionariedade de juízos comporta múltiplos perigos: passa um sinal de impunidade para os criminosos, um sinal de impotência para as forças da autoridade e, mais grave do que tudo, um sinal para as vítimas de que se a lei dos tribunais não acaba com o seu sofrimento o melhor é enveredarem pela menos convencional mas mais certeira lei dos homens.

No fundo, fazendo justiça pelas próprias mãos e não pelas mãos dos outros.

 

 

 2

 

 

Pedófilo acidental
Por Joaquim Letria
DEFINITIVAMENTE, em Portugal, não há juízes maus. Já se sabia isto, mas para confirmação basta ver o julgamento do médico pedófilo posto na rua, nos Açores, com uma pena suspensa de quatro anos de cadeia, por ter violado, repetidamente, uma menina de 9 e outra de 12 anos.
Atentemos na humanidade do acórdão da sentença que revela um coração de pomba, derretido por o médico se ter confessado arrependido, a ponto de elogiar o seu acto de contrição.
O tribunal não só proclamou os factos como um acidente, como concluiu que não ficou provado que este tivesse causado sequelas nas vítimas. A gente compreende. Até lhes deve ter feito muito bem. É com acidentes destes que as meninas se fazem mulherzinhas!
24 Horas» de 23 de Março de 2009

 

 

Por Vezes Acontece....

A Justiça quer-se Cega, mas a Cegueira parece querer tomar conta da Justiça....

 

 

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publicado às 22:58

 

 

Por Vezes Acontece....
 
É normal receber dezenas  de e-mails por dia, que chegam a entupir a box de tal forma, que só mesmo a disponibilidade que um fim de semana proporciona dá para conseguir ler parte deles.
 
É certo, que alguns são mais interessantes que outros... e também há aqueles que nem se chegam a abrir, porque vão direitinhos para a lixeira.
 
Mas hoje recebi um que me impressionou de tal forma, que decidi partilhá-lo.
 
É que, ainda à poucos dias foi o Dia do Pai ....
 
E depois de uma semana inteira a ser bombardeado com o relato de cenas horrorosas, que as agências noticiosas faziam chegar do julgamento que estava a decorrer na Áustria, soube muito bem receber este e-mail.
 
Obrigado
 

 

Uma história verdadeira


Um dia o filho pediu ao pai:

"Pai, vens correr comigo a maratona?"

O pai responde que sim, e ambos correm a primeira maratona juntos.
Um outro dia, volta a perguntar ao pai se quer voltar a correr a maratona
com ele, ao que o pai responde novamente que sim.
Correm novamente os dois.
Certo dia, o filho pergunta ao pai:

 "pai, queres correr comigo o Ironman?(O Ironman é o mais difícil...exige
nadar 4 km, andar de bicicleta 180 km e correr 42 km) e o pai diz que sim.
Isto é tudo muito simples...até que se vejam estas imagens...fantástico!

 

 

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publicado às 23:26

Já Fui Feliz na Madeira....

por @k, em 18.03.09

Como costuma dizer o nosso amigo Malato,

o Por Vezes Acontece.... foi à Madeira e foi lá muito feliz.
Gente simpática e hospitaleira e paisagens naturais de fazer perder o fôlego, são ingredientes suficientes que convidam a incluir esta região num qualquer plano de viagem em férias.
Aqui fica exposta uma pequena amostra fotográfica da vasta reportagem efectuada pelo autor, assim como que... um fazer crescer de àgua na boca a todos aqueles que ainda não visitaram aquela lindíssima Região Autónoma.

 

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publicado às 21:00

 

 

 

 

Comandante sniper do BES fala pela primeira vez
 
 
Homem que deu ordem durante assalto com reféns deu entrevista à TVI.
 
Os atiradores do Grupo de Operações Especiais da PSP são uma força de elite treinada para nunca falhar o alvo. Uma equipa da TVI acompanhou um exercício da Unidade Especial de Polícia e entrevistou um dos snipers que esteve no assalto ao BES. Na altura, e pela primeira vez em Portugal, um criminoso foi morto por um atirador especial da polícia.
 
No dia 7 de Agosto de 2008,pela primeira vez em Portugal, um sniper eliminou um criminoso na sequência de uma operação táctico-policial. Em sete meses nenhum operacional ligado a esta ocorrência falou à comunicação social, até agora.
 
A decisão foi inédita, polémica mas, segundo o líder dos atiradores, que não se identifica, em nada alterou o comportamento do homem que premiu o gatilho.
 
«Eu acho que o atirador ficava com maior peso na consciência se por acaso algum dos reféns tivesse sido abatido por um dos criminosos», afirma o comandante dos atiradores especiais da PSP, acrescentando que «o atirador não teve acompanhamento psicológico» depois de ter disparado a matar no assalto ao BES.
 
Não é fácil fazer parte desta elite das forças de segurança. Um sniper da Unidade Especial de Polícia é um homem equilibrado, calmo, ponderado que respeite a lei e as ordens do seu comandante. «A ordem é perfeitamente legítima e o atirador não tem outro remédio senão disparar», acrescenta o comandante.
 
Estes homens são treinados para nunca falharem o alvo, mesmo que o alvo esteja a poucos metros de outra pessoa. Em termos operacionais, os snipers trabalham em binómios. Para o mesmo alvo há sempre dois homens armados e outros dois a dar informações que ajudam o atirador quando faz o disparo.
 
Veja aqui a entrevista dada em exclusivo à TVI
 
 
 

Dia do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP

Comemorou-se hoje (11Mar2009) na cidade de Loures, o 142º aniversário do Comando Metropolitano de Lisboa (COMETLIS) da Polícia de Segurança Pública (PSP), sob o lema “A Polícia ao Serviço do Cidadão” – Programa Integrado de Policiamentos de Proximidade.


A cerimónia, presidida pelo Ministro da Administração Interna, Rui Pereira, e à qual assistiram os Secretários de Estado Rui Sá Gomes e José Miguel Medeiros, a Governadora Civil de Lisboa, Dalila Araújo, o Presidente da Câmara Municipal de Loures, Carlos Teixeira e o Director-nacional da PSP, entre numerosos convidados, iniciou-se com uma Sessão Solene onde foi exibida uma apresentação acerca do dispositivo, meios e acções da PSP no distrito de Lisboa.


Na sua intervenção Rui Pereira destacou a dedicação e o profissionalismo dos homens e mulheres que servem no distrito sublinhando o esforço desenvolvido pelo Governo e, em particular, pelo Ministério da Administração Interna no sentido de dotar a força com os meios materiais e humanos indispensáveis à prossecução do cumprimento da missão da PSP como garante da ordem e paz públicas, na defesa da liberdade e segurança dos cidadãos.


No Parque da Cidade de Loures, onde decorreram as comemorações, os convidados e a população em geral visitaram a Exposição Estática de Meios Policiais bem como a exposição fotográfica “A Polícia ao Serviço do Cidadão”.

 

Fonte: MAI

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publicado às 23:15

 

 
PSP
Estatuto profissional “não corresponde às expectativas dos polícias” 
10.03.2009 - 20h36 Lusa

A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP) considerou hoje que o estatuto profissional "não corresponde às expectativas dos polícias" por não contemplar melhores vencimentos, progressão nas carreiras e experiência.

As negociações com o Ministério da Administração Interna (MAI) sobre a proposta do estatuto do pessoal da PSP vão ter início amanhã, numa reunião que a ASPP considera "fundamental" para saber qual "a margem de negociação" para se proceder às alterações. O projecto do MAI apresentado aos sindicatos da Polícia "não resolve as falhas" criadas com o actual estatuto, disse Paulo Rodrigues, presidente da ASPP.

Progressão nas carreiras, posição remuneratória, vencimentos, avaliação e assistência na doença são alguns dos pontos que merecem mais contestação por parte dos profissionais da Polícia de Segurança Pública (PSP). Paulo Rodrigues adiantou que 90 por cento do pessoal da PSP, entre chefes e agentes, são colocados na mesma posição remuneratória, não sendo considerado "o valor da experiência".

Segundo o presidente da ASPP, os agentes ou chefes com 10, 25 ou 30 anos de serviço vão ter todos a mesma posição remuneratória. Caso a proposta venha a ser aprovada, "não compensa concorrer à carreira de oficiais", uma vez que a categoria de chefe principal, criada com o novo estatuto, tem um vencimento superior ao de sub-comissário, diferença que poderá atingir os 350 euros, acrescentou.

Paulo Rodrigues sublinhou que as negociações que agora se iniciam exigem uma "leitura mais séria sobre as posições remuneratórias". Os polícias exigem também que a assistência na doença seja alargada aos cônjuges e que o método da avaliação seja alterado. "A avaliação na PSP não pode ter base numa quantificação, deverá ter um conceito mais abrangente", disse.

Segundo o projecto de decreto-lei do Governo, a avaliação "final é expressa em menções qualitativas em função das pontuações finais de cada parâmetro de avaliação a definir em diploma próprio". Paulo Rodrigues adiantou que a participação da ASPP na manifestação das forças e serviços de segurança do dia 31 de Março depende da forma como vai decorrer a reunião de quarta-feira. A ASPP diz representar 11 mil dos cerca de 22 mil profissionais da PSP.

 

Fonte:

 

 

 

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Se ainda não teve acesso ao documento ,  poderá solicitá-lo através do endereço electrónico:  porvezesacontece@gmail.com

 

 


Presidente da EuroCOP criticou “polícias a trabalhar 72 horas seguidas” em Portugal 
10.03.2009 - 15h34 Lusa

O presidente da Confederação Europeia de Polícia (EuroCOP), Heinz Kiefer, criticou hoje, em Lisboa, a situação de "polícias a trabalhar 72 horas seguidas", tendo apelado ao Governo para que crie "mais incentivos" para os profissionais da PSP e GNR.

"Ninguém no seu perfeito juízo pense que é possível ter polícias a trabalhar 72 horas seguidas e que velem pela segurança dos cidadãos", disse Heinz Kiefer em conferência de imprensa, à margem da reunião da EuroCOP, que termina hoje, em Lisboa.

O presidente da EuroCOP lançou um repto ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira, a propósito dos novos estatutos do pessoal da PSP e da GNR, para que sejam rapidamente aplicados e "todos os aspectos sociais das forças de segurança valorizados".

"Aqueles que pensam que devem fazer cortes na segurança interna devem lembrar-se que tudo isso vai ser avaliado pelos eleitores nas urnas e a segurança interna implica, necessariamente, que haja recursos humanos suficientes e adequados", referiu ainda o responsável máximo da EuroCOP.

A Confederação Europeia de Polícia, fundada em 2002, é uma organização que congrega 33 sindicatos e estruturas de polícias de 26 países europeus, nomeadamente Portugal, representando os interesses de cerca de 500.000 polícias.

Associações aguardam envio de novas propostas

As propostas de novos estatutos têm sido contestadas por profissionais da Polícia de Segurança Pública (PSP) e da Guarda Nacional Republicana (GNR), sendo um dos motivos da manifestação marcada para 31 de Março, em Lisboa.

Enquanto os sindicatos da PSP já receberam a proposta, as associações sócio-profissionais da GNR ainda aguardam pelo envio do projecto. "Não posso reconhecer como positivo no preâmbulo do estatuto haver menções a dizer que a profissão policial requer sacrifícios pessoais, perda de liberdades e de direitos", declarou Armando Ferreira, presidente do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL).

Armando Ferreira rejeitou que os elementos das forças policiais sejam considerados "cidadãos de segunda", mas considera precipitado levar a cabo formas de protesto antes de concluídas as negociações com a tutela. “Acho que é precipitado, para já, estarmos a ir para um protesto sem sabermos ainda o resultado final das negociações", considerou.

Posição contrária é a defendida por José Manageiro, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR). "Na GNR não se pode fazer aquilo que neste momento se está a fazer, sob pena de comprometer o serviço. Temos elementos da Guarda a trabalhar em escalas de serviço de 72 horas contínuas, isto é inadmissível. Não podemos de forma nenhuma garantir um serviço de excelência após um trabalho contínuo de 72 horas", afirmou Manageiro, reiterando que "os elementos da GNR vão manifestar-se a 31 de Março"

Em meados de Fevereiro, a Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações das Forças e Serviços de Segurança decidiu convocar uma manifestação em reivindicação da revisão dos estatutos da carreira e contra o aumento do tempo de trabalho para a aposentação, o que, no entender dos profissionais do sector, coloca "em condições muito mais difíceis" a capacidade de garantirem a segurança dos cidadãos.

A CCP integra a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), a Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima (ASPPM), o Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SCIF/SEF) e o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP).

 

Fonte:

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publicado às 23:07

    

 

 

 

 
Presidente da Câmara de Lisboa fala em falta de visão de conjunto
O presidente da Câmara de Lisboa exigiu ontem ao Governo explicações sobre a estratégia de policiamento de proximidade e a gestão da rede de esquadras, acusando o Ministério da Administração Interna de determinar o encerramento destas estruturas “consoante estão a cair ou não”, e não “em função dos problemas de segurança da cidade”.
Fonte:

 

 

Por Vezes Acontece....

 

O Presidente da Câmara de Lisboa, até tem razão quando diz que a situação despoletada é "um caso de polícia"....

Mas só passou a ser um caso de polícia, porque o poder político se alheou do problema.

A CM Lisboa deveria de ter assumido como lhe competia, e em tempo útil, quando a Cooperativa que deu origem àquele Bairro declarou falência), a  responsabilidade e a condução de todo o processo urbanístico, .

É que, enquanto não houver uma solução séria para aquela zona da cidade,  este triste episódio irá por certo repetir-se, não se prevendo as consequências nem as proporções ou repercussões do mesmo.

Relembra-se que as feridas ainda estão por sarar entre estas duas comunidades na Quinta da Fonte, pelo conflito surgido no final da primavera de 2008.

As declarações públicas dos dois Presidentes (CM Lisboa e Junta de Freguesia do Alto do Pina) já se tornam repetitivas na classe política, porque o estilo é sempre o mais do mesmo.... "sacode-se a água do capote e a culpa uma vez mais, morre solteira".

O povo anseia que os políticos arranjem soluções para os problemas, e não que os enjeitem,  ou pior ainda, que sejam a causa deles.

 

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publicado às 23:35

PSP - Projecto de Decreto-Lei

por @k, em 07.03.09
 

Discussão Pública
 
Polícias. Novo estatuto estrangula acesso na carreira, dizem sindicatos

Equacionam pedido de inconstitucionalidade de novo diploma

Subcomissários da PSP vão ficar impedidos de progredir na carreira se o novo estatuto desta força policial vier a ser aprovado e alguns dos afectados ameaçam pedir a inconstitucionalidade do diploma aquando da sua publicação em Diário da República.
 
Fonte:  

 


Por Vezes Acontece....

 

Se é associado da ASPP/PSP poderá consultar o texto do Projecto do Estatuto do pessoal da PSP no sítio da Associação.

 

Se não for o seu caso, poderá solicitá-lo através do endereço electrónico deste espaço porvezesacontece@gmail.com

 


 

 

Aviso n.º 4960/2009. D.R. n.º 46, Série II de 2009-03-06

 

Ministério das Finanças e da Administração Pública - Caixa Geral de Aposentações, I. P.

Lista de aposentados e reformados a partir de 1 de Abril de 2009

 

 

Despacho n.º 6993/2009. D.R. n.º 46, Série II de 2009-03-06

Presidência da República - Gabinete do Presidente

Nomeação para o cargo de Chefe do Serviço de Segurança da Presidência da República, do Subintendente Luís Alberto Serreira Pebre Pereira


 

 

REVISTA DE IMPRENSA

 

 
Marinha Grande
MP acusa agente da PSP que matou mirone de homicídio qualificado
O Ministério Público acusou um agente da Polícia de Segurança Pública de Leiria de homicídio qualificado, na sequência da morte de um mirone, a 25 de Abril de 2008, na praia de Pedras Negras, concelho da Marinha Grande
 Fonte:
 
Algarve
PSP de Faro nega «agressão brutal» a enfermeiro
O Comando de Faro da Polícia de Segurança Pública (PSP) negou hoje que durante uma operação stop em Portimão agentes tenham agredido um enfermeiro ao serviço do Instituto da Droga e Toxicodependência, como afirma o Sindicato dos Enfermeiros
 
Fonte:
 
 

 

Polícia Judiciária apreendeu um milhão de dólares falsos

E pelo crime de contracção de moeda deteve dois homens de Chaves, ambos empresários do ramo comercial

 

 Fonte:

 

 

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