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Objectivo Por Quotas....

por @k, em 27.04.09

 

 

 

PSP "não impõe números de detenções mínimos"
A Direcção Nacional da PSP esclarece quer diminuir criminalidade com "mais actividade operacional", não com números mínimos.
A Direcção Nacional da PSP esclareceu que definiu para este ano um aumento da "actividade operacional" em todo o país para diminuir a criminalidade mas que "não impõe números mínimos de detenções".
 A PSP "não impõe números de detenções mínimos", critério que "não faria sentido", tendo em conta que "não depende apenas da proactividade policial", mas sim de "outros factores a jusante da própria actividade policial", refere a Direcção Nacional da Polícia de Segurança Pública, num comunicado enviado à Agência Lusa.
 A PSP diz ainda que definiu para o ano de 2009 "a diminuição da criminalidade" através de um "incremento da actividade operacional a nível nacional".
Fonte:

 

Por Vezes Acontece ....
Criação de Objectivos Operacionais ?  Porque não ?
Quotas de detenções a cumprir ? E porque não ?
Mais a mais, numa Subunidade denominada Esquadra de Investigação Criminal, em que os seus profissionais têm uma função específica, por força das competências atribuídas pela Lei de Organização e Investigação Criminal.
Ao que constou na Comunicação Social, as instruções constam num papel afixado exactamente numa E.I.C.
E desde que as detenções efectuadas por esta ou outra subunidade com as mesmas características, sejam comunicadas e devidamente validadas pelo Ministério Público, que é a entidade com competência para o efeito, não vislumbra onde está o problema.
Mesmo um leigo na matéria, percebe que os objectivos destes profissionais (EIC), não são naturalmente os mesmos dos seus colegas que executam no dia-a-dia o serviço de Policiamento de Proximidade e/ou de Visibilidade, com todas as suas componentes – Escola Segura; Idosos; Comércio Seguro, etc.) onde aí sim, a prevenção da criminalidade deverá ser a norma.
Logo, não se misture.... o que não pode ser misturado.
Por vezes Acontece.... até vai mais longe....
Com o “excesso” de serviço que anda por aí à solta.....
Percebe-se que não iria ser muito dífícil cumprir com aquilo que é solicitado, assim a tutela conseguisse motivar os seus profissionais.
E aí, (a demora na aprovação de novos estatutos; corte de regalias sociais; remunerações e meios operacionais insuficientes) é que a “coisa” parece não ser nada fácil, e os números poderão ficar áquem do pretendido.

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publicado às 23:51

 

 

Por Vezes Acontece....

 

As últimas palavras da Drª Maria José Morgado (Directora do DIAP - Departamento de Investigação e Acção Penal) na sua entrevista de hoje à RTP N, são suficientemente esclarecedoras:

 

- "Não, não acredito"

 

A quem interessa o protelar da aprovação de uma Lei que combata eficazmente a corrupção, que mina no dia-a-dia o Estado de direito?

 

Tem a palavra a classe política do país.

 

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publicado às 23:35

Valencias - Grupo Cinotécnico

por @k, em 23.04.09

 

 

Por Vezes Acontece....

Através de duas reportagens efectuadas com a assinatura do  Expresso Multimédia, vamos conhecer algo mais sobre o excelente trabalho que vem sendo desenvolvido nos Grupos Cinotécnicos da PSP e da GNR.

 

 

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publicado às 23:04

20 Anos [1989 - 2009]

por @k, em 21.04.09

 

Neste dia inesquescivel para todos os profissionais da Polícia de Segurança Pública, uma palavra de agradecimento à memória de um Homem que tanto lutou pelo associativismo em democracia na Instituição

 
 Subchefe José Carreira

 

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publicado às 16:29

A "Gaffe"....

por @k, em 20.04.09

 

 

'Gaffe' levou PSP a pedir horas extraordinárias
 
Uma aparente gaffe do secretário de Estado da Administração Interna, Rui Sá Gomes, fornecendo aos sindicatos da Polícia um despacho das Finanças onde se falava do pagamento de horas extraordinárias aos agentes, esteve na origem de uma reivindicação corporativa nesse sentido. Mas o Estado não tem dinheiro para pagar
 
O Ministério da Administração Interna (MAI) vive dias de turbulência. Além da desarticulação entre o ministro e o secretário-geral de Segurança Interna, Mário Mendes, se ter tornado uma evidência pública, o secretário de Estado da Administração Interna ateou esta semana um fogo – com o possível pagamento de horas extraordinárias à PSP – que Rui Pereira ainda está a tentar apagar.
 
Rui Sá Gomes, o secretário de Estado da Administração Interna, enviou esta semana às associações sindicais da PSP um despacho do Ministério das Finanças que abria a porta ao pagamento de horas extraordinárias aos agentes da PSP – o que nunca foi intenção do ministro Rui Pereira.
 
Por isso, a surpresa inicial com que receberam o documento de Rui Sá Gomes – «ficamos incrédulos», disse ao Diário de Noticias o presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia – foi rapidamente esfriada. Dois dias depois de terem recebido o documento, as estruturas sindicais das polícias ficaram a saber que Rui Pereira preferia «não se comprometer» com este pagamento das horas extraordinárias, como afirmou o ministro no Parlamento, desautorizando aquilo que parecera ser a intenção do seu secretário de Estado.
 
Fonte:
 
 

 

Por Vezes Acontece....
A ser verdade ....
Ou desnorte instalou-se por completo no MAI .
Ou então ...
A deflagração da notícia nos média, sobre um eventual pagamento de horas extraordinárias aos elementos da PSP, tratou-se tão simplesmente de uma manobra de diversão.
Se assim foi, a estratégia governamental  foi acertada e provocou alguns danos.
E á primeira vista, parece que um deles foi a  desmobilização da ASPP da manifestação conjunta de todas as forças de segurança efectuada no passado dia 31 de Março, enfraquecendo deste modo o poder reivindicativo dos seus elementos.
Se realmente este foi um dos motivos que deu origem á não participação dos seus associados naquela manifestação, os responsáveis da ASPP deverão tirar daí as ilações correspondentes.
Diante de tanta informação e contra-informação, os elementos da PSP necessitam que a sua Direcção Nacional (ou alguém oficialmente  encarregue para o efeito, como agora está na moda dizer),  se pronuncie rapidamente ácerca desta matéria.
Ainda no seguimento do anterior post, a antecipação à especulação deve ser a norma.... 

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publicado às 00:12

(In)cidentes...

por @k, em 15.04.09

 

 

 

Oficial da PSP destrói carro em despiste

Direcção Nacional instaurou processo disciplinar a subintendente Jorge Barreira,  comandante do Metropolitano de Lisboa para apurar as causas do acidente com "carro de função".

O carro de serviço do comandante do Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (COMETLIS), Jorge Barreira, ficou completamente destruído num acidente de viação na última semana de Março durante a madrugada. A viatura era conduzida pelo próprio Jorge Barreira que, segundo apurou o DN junto de fonte conhecedora do processo, teria álcool no sangue.

A Direcção Nacional da PSP, através do seu porta-voz, comissário Paulo Flor, confirmou ao DN o acidente com o "carro de função" do COMETLIS, garantindo que o oficial estava em serviço e que foi feito um teste de álcool, embora não revele o resultado. O oficial assumiu ainda que o comandante está a ser alvo de um processo disciplinar para "avaliar causas e pressupostos" do acidente.

Ao que o DN apurou, Barreira seguia ao volante de um Ford Mondeo azul-escuro (matrícula de 2008), fora de serviço, e com ele viajavam duas mulheres que não pertencerão aos quadros da PSP. O acidente terá acontecido na zona de Leiria. A viatura "sofreu um acidente e despistou-se, tendo ficado completamente destruída", afirmou ao fonte ligada ao processo, acrescentando que os três ocupantes "sofreram ferimentos ligeiros, mas não foram conduzidos ao hospital".

O porta-voz da PSP disse ao DN que o acidente "foi tratado como um qualquer acidente de viação". Paulo Flor argumentou que o oficial "foi sujeito ao teste de alcoolemia", mas não revelou os resultados do mesmo. Contudo, o oficial da Direcção Nacional contraria a indicação de que se trata de um Ford Mondeo, "o veículo é de outra marca" e "não transportava civis". Segundo Paulo Flor, o acidente também "ocorreu noutra região que não Leiria"..

A fonte do DN garantiu que o carro acidentado foi transportado para o depósito da PSP, em Alfragide, Lisboa, onde ainda se encontra, à espera da decisão sobre a sua eventual reparação.

O acidente com o carro de serviço, fora da área de actuação do COMETLIS, levantou um coro de indignação na PSP, disseram ao DN. "Há falta de viaturas na PSP, sobretudo na investigação criminal e continuamos a ver muitos oficiais com carros de serviço a usá-los fora das horas de trabalho e longe dos locais onde as viaturas deveriam operar", referiu um alto responsável da PSP. "Em casos em que a culpa é do condutor, é este quem acaba por suportar os custos com a reparação", sublinhou.

A falta de viaturas no serviço operacional é confirmada pelo presidente da Associação Sócio Profissional da PSP. Segundo Paulo Rodrigues "as viaturas são canalizadas para a investigação criminal pela Direcção Nacional mas muitas acabam por ser desviadas para outros fins o que prejudica o normal funcionamento desta área", concluiu.

Acidentes com carros descaracterizados das forças de segurança fora de horas e sem justificação não são inéditos.

 

Basta relembrar que, em 2003, o então comandante da Brigada de Trânsito da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Portalegre sofreu um acidente com um Subaru Impreza pouco depois de ter saído de uma discoteca. O carro foi rebocado para uma oficina particular e acabou por ser reparado a expensas do comandante.

 Fonte:

 


 

Por Vezes Acontece....
A falta de informação em tempo útil, só aproveita única e exclusivamente à especulação.
A  antecipação a este fenómeno, deveria ser uma norma nos Departamentos de Relações Públicas das forças de segurança, porque caso contrário, os grandes prejudicados serão sempre os visados e as próprias Instituições a que pertencem. 
Por Vezes Acontece....
Espera que ao invés de outros inquéritos a decorrer neste País, este decorra com a tranquilidade necessária, sem pressões de qualquer natureza, e que obtenha para bem do/s interessado/s, uma conclusão célere.

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publicado às 23:19

Fora d'Horas

por @k, em 13.04.09


 

Acordo

PSP conquista pagamento de horas extraordinárias 

O Ministério da Administração Interna recebeu do ministro das Finanças o acordo para que os profissionais da PSP começassem a receber pelas horas extraordinárias o mesmo que se paga na função pública. Este pagamento é uma reivindicação histórica dos sindicatos - uma das que motivaram célebres 'secos e molhados' - e esperam que seja cumprida de imediato

O ministro das Finanças e da Administração Pública, Teixeira dos Santos, concordou com o pagamento de horas extraordinárias aos profissionais da PSP. A decisão, é uma vitória histórica para o sindicalismo desta força de segurança. A "boa nova" foi enviada esta semana pelo secretário de Estado da Administração Interna, Rui Sá Gomes, ao presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Policia (ASPP-PSP), com quem estava a negociar o caderno reivindicativo das remunerações.

O dirigente sindical, Paulo Rodrigues, vai hoje entregar ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira, um pedido para que "dê orientações ao Director Nacional da PSP para que comece a cumprir este pagamento de imediato". O DN tentou obter um comentário do Gabinete do Ministro mas, segundo o seu porta-voz, o assunto está com Sá Gomes "com o qual não foi possível contactar".

Por seu turno, o director nacional da PSP, Oliveira Pereira, prefere não se pronunciar "sem conhecer com exactidão o conteúdo do parecer do Ministério das Finanças. Trata-se de uma questão complexa, que traz muitas implicaçoes quer financeiras, quer operacionais" .

O presidente da ASPP não esconde que ficou "incrédulo" quando leu o ofício que Sá Gomes lhe remeteu. "Estive quatro dias a analisá-lo com o departamento jurídico do sindicato", confessa. Mas o parecer, sobre o qual Teixeira dos Santos tinha gravado o seu "concordo" não deixa dúvidas. O efectivo da PSP está sujeito ao decreto-lei 259/98, o "regime jurídico da duração de trabalho na Administração Pública", o qual consagra o pagamento das horas de trabalho além do horário normal. O valor de cada hora extra pode ser aumentado em 25, 50 ou 100% sobre o montante base, tendo em conta se é diurna, nocturna, respeitante a feriados ou fins-de-semana.

De acordo com Paulo Rodrigues, "cada profissional da PSP faz por mês, em média 24 horas a mais, para além do seu horário". Uma estimativa feita a partir de um salário médio de mil euros (um agente principal com 12 anos de carreira), somaria cerca de 4 milhões de euros por mês (ou 48 por ano) à despesa da PSP - cerca de 8% do actual orçamento.

Neste momento a PSP tem outros suplementos salariais mas é, a par da GNR, a única força policial, cujos profissionais não rececebem pelas horas extraordinárias. "É uma questão de justiça que há muitos anos pedíamos", diz Paulo Rodrigues.

O ex-comandante-geral da PSP, Gonçalves Amaro, concorda que "é feita justiça" mas também manifesta alguma "apreensão": "a ser executada, a medida tem implicações financeiras significativas e alterações profundas na gestão do pessoal. Tal como já acontece na maior parte dos países da Europa ocidental, os comandantes vão ter que ser criteriosos na escolha dos homens para as operações. Não podem dispôr deles sem fazer contas".

O superintendente chefe Amaro, o último militarde carreira a dirigir a PSP, até 2002, garante que "se fosse ainda comandante" receberia esta notícia "como um aliciante factor de motivação" dos seus homens, ao mesmo tempo que se preocuparia "com todas as vertentes da sua aplicação.

 

 

 

Fonte:

Gif: O Mundo dos gifs

 


 

Por Vezes Acontece....
Diz-nos a experiência que,  “quando a esmola é grande, o pobre desconfia”.
No entanto e com as devidas cautelas aplaude-se a medida, apesar desta surgir com alguns anos de atraso.
Pergunta natural....
O pagamento de horas extraordinárias,  é transversal aos profissionais de todas as forças de segurança, ou para já, é um exclusivo da PSP ?
 

Fica a expectativa....

 

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publicado às 22:54

FELIZ PASCOA

por @k, em 12.04.09


pascoa-12902

Por Vezes Acontece....

 

deseja a todos os seus colegas; amigos e anónimos viajantes por este espaço, uma Páscoa Muito Feliz

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publicado às 11:34

O Caminho

por @k, em 09.04.09

 

 

 

Mais de um milhão de euros por ano

Salários penhorados a militares da GNR

As chefias da GNR estão preocupadas com uma situação de sobreendividamento galopante dos militares nas suas vidas privadas, que já levou à penhora judicial de mais de um milhão de euros dos vencimentos por ano, apurou o CM. Os guardas não conseguem fazer face aos empréstimos que contraem – e os tribunais ordenam que uma parte dos ordenados, que por lei pode chegar a um terço, seja retida na fonte. 

 

 Fonte


 

Por Vezes Acontece....
Sabe que não é novidade que nas forças de segurança, o vencimento que a larga maioria dos seus elementos aufere mensalmente, não é nada por aí além, mas chega perfeitamente para se poder  viver condignamente, assim haja uma consciência de consumo, devidamente planeada em cada economia familiar.
Não nos podemos esquecer que os tempos são de crise, os alertas vermelhos surgem-nos diariamente, logo o momento actual será o de consumo refreado e não desenfreado como parece ser o caso.
A notícia foi difundida pela APG aos órgãos de comunicação social .
Por Vezes Acontece....
pensa que o caminho não passa por aí....
Se a denúncia da APG visava obter apoio por parte da opinião pública, a estratégia falhou redondamente.
É que de momento não existem condições de entender estes lamentos.
Parte significativa da população activa deste País, foi sujeita a falências; "layoff's" e insolvências, e como tal além de endividada está desempregada, alguns infelizmente sem ter no momento uma outra qualquer fonte de rendimento.
Por Vezes Acontece....
pensa que o caminho passa por ....
Negociação constante entre as Associações representativas da classe e a tutela, para que os novos Estatutos sejam uma realidade e que a politica de transferências dentro da GNR e da PSP, sofram as devidas alterações de modo a permitir uma maior estabilidade económica e emocional dos seus elementos e ás suas famílias.
 

 

Por Vezes Acontece....
Ouvir boas notícias

  

 

 

 

Agressões em certos locais públicos e contra polícia são outras apostas do Governo
Crimes com armas fazem parte das prioridades de política criminal para próximo biénio 
O combate a crimes cometidos com armas e agressões praticadas em tribunais, hospitais, escolas ou contra agentes de segurança vão estar na primeira linha das prioridades de política criminal aprovadas pelo Governo para o biénio 2009/2011.

Este diploma, que terá de ser aprovado pela Assembleia da República, foi apresentado no final do Conselho de Ministros pelo titular da pasta da Justiça, Alberto Costa. Face à anterior lista de prioridades constante na lei-quadro de política criminal, Alberto Costa disse que agora se acrescentam "os objectivos específicos" de "crimes cometidos com armas".

"Passa a haver uma especificação em torno das armas, que estava implícita na criminalidade violenta, grave ou organizada, mas que agora é expressamente focada. Como também será focada a promoção da celeridade processual, já que o atraso dos processos comporta prejuízos dos pontos de vista da prevenção e da repressão dos crimes cometidos", sublinhou o ministro da Justiça.

Ainda de acordo com o membro do Governo, a proposta de lei especificará "certos modos de cometimento de crimes, como o elevado grau de mobilidade, a especialidade técnica ou dimensão transnacional".

"A proposta valoriza também certos espaços ou áreas de cometimento de crimes, focando-os os crimes cometidos em instalações de tribunais, espaços escolares ou hospitais", acrescentou o ministro da Justiça.

Fonte:

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publicado às 22:50

 

 

 

 

 

Crime aproveitou reorganização territorial das forças de segurança
O crime aproveitou em seu favor as mudanças na organização territorial das forças de segurança feito no ano passado.
Este facto é reconhecido pelo governo, pelos números da segurança interna e pelos sindicatos da PSP e da GNR.
  

 

Por Vezes Acontece....
Depois de ler o artigo do , julgo que ficou uma pergunta por fazer, que é a seguinte:
Antes da transferência para as novas áreas de competência, quantas reuniões conjuntas se efectuaram para partilha de informação, entre a PSP e a GNR ?
Apercebe-se pela demora na adaptação, e isso tem sido demasiado notório, que poucas reuniões de trabalho se efectuaram ou então mesmo nenhuma teria existido sobre esta matéria.
Tudo leva a crer que  tanto a PSP como a  GNR,  e nomeadamente as suas Equipas de Investigação Criminal, levaram consigo todo um conjunto de informações sobre as suas anteriores áreas de actuação, tais como:
indivíduos já referenciados como estando ligados ao mundo do crime;
o  conhecimento do terreno;
mostragem das áreas sensíveis e/ou de grande instabilidade cultural;
etc.
Estas e outras informações importantes, por não terem sido facultadas em tempo útil aos novos responsáveis, deu como resultado um inquantificável e patente prejuízo para as populações.
Partilhar conhecimentos também é cultura.... e além disso está na Lei....
 
Lei n.º 53/2008 de 29 de Agosto  - Lei de Segurança Interna 

Artigo 6.º
Coordenação e cooperação das forças de segurança

 

1 - As forças e os serviços de segurança exercem a sua actividade de acordo com os princípios, objectivos, prioridades, orientações e medidas da política de segurança interna e no âmbito do respectivo enquadramento orgânico. 
2 - Sem prejuízo do disposto no número anterior, as forças e os serviços de segurança cooperam entre si, designadamente através da comunicação de informações que, não interessando apenas à prossecução dos objectivos específicos de cada um deles, sejam necessárias à realização das finalidades de outros, salvaguardando os regimes legais do segredo de justiça e do segredo de Estado.
 

 


 

 

  

 

 

 

 

  • Aviso n.º 7514/2009. D.R. n.º 67, Série II de 2009-04-06

    Ministério das Finanças e da Administração Pública - Caixa Geral de Aposentações, I. P.

    Lista de aposentados e reformados a partir de 1 de Maio de 2009

     

     

     

     

     

  • Despacho n.º 9468/2009. D.R. n.º 67, Série II de 2009-04-06

    Ministérios dos Negócios Estrangeiros, das Finanças e da Administração Pública e da Administração Interna

    Nomeação do intendente Jorge Alexandre Gonçalves Maurício da PSP, como oficial de ligação do MAI, junto da Embaixada de Portugal em Praia

     

     

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    publicado às 16:26


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