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BURLA NA INTERNET - VÍRUS

por @k, em 21.10.12

Aviso que aparece no computador 'infetado', supostamente da PSP (no quadrado a  negro no topo superior esquerdo da imagem é mostrada a cara do utilizador, uma  vez que a webcam do computador é ativada)

 

Burlões usam imagem da PSP, Multibanco e Correios          

Internautas são levados a pagar para um desbloqueio do computador desnecessário.

O pior é que emitem meios de pagamento utilizáveis em todo o mundo.

 

Os computadores com ligação à Internet estão a ser atacados de  um vírus que bloqueia os equipamentos, faz crer que se trata de um procedimento  da PSP e induz os utilizadores a pagaram 100 euros através de meios eletrónicos - para esse efeito apresenta os logos do Multibanco e dos CTT.

O objetivo dos burlões, além de quererem obter dinheiro  rapidamente, é a obtenção de 'vouchers' que podem ser utilizados em todo o  mundo, explicou ao Expresso fonte dos Correios. A PSP emitiu hoje um comunicado  na internet a alertar para esta burla, no sentido de minimizar potenciais  burlados.

Este tipo de ataque de vírus é recorrente, e tem aparecido por  vagas, diz Sérgio Magno, chefe de redação da revista "Exame Informática" que  explica: "É uma prática comum que tenta concretizar o 'rapto' de um computador e  induz a um pagamento eletrónico para desbloquear o computador alvo do  ataque".

"Estes vírus utilizam nomes de instituições credíveis - bancos,  o IRS, a PSP - e induzem as pessoas a fazerem pagamentos por meios eletrónicos  credíveis, recorrendo à imagem de redes bem conhecidas dos portugueses, como o  Multibanco ou os Correios-CTT", refere Sérgio Magno.

"Nas situações mais conhecidas, os computadores que centralizam  estas burlas informáticas estão sediados em países africanos, mas é difícil  atuar legalmente, de forma eficaz, para conseguir ressarcir os lesados",  considera.

Burlões não escolhem nacionalidade

A burla, que pode induzir ao pagamento de 100 euros através de  meios eletrónicos e está afetar a rede portuguesa, é praticada através de um  vírus informático que bloqueia os computadores, apresenta-se em forma de alerta,  identificando-se com sendo de um departamento de combate ao cibercrime da PSP,  que a emitiu para declarar a deteção de uma atividade ilegal no computador em  causa.

 

"Esta burla informática apela a um pagamento que pode ser feito  através de 'vouchers' adquiridos previamente, que servem para realizar  pagamentos na Internet e são emitidos por empresas especializadas, de que são  exemplos a Ukash e a Paysafecard", disse ao Expresso fonte oficial do grupo  CTT.

Em Portugal, estes meios de pagamento podem ser adquiridos em  vários locais, como por exemplo nas estações de Correio, nos agentes Payshop ou  nos caixas Multibanco. Estes 'vouchers' são equivalentes a meios de pagamento à  ordem, são moeda eletrónica".

Introduza o PIN...

Acontece que, "quando a pessoa que é objeto de burla, depois de  adquirir o 'voucher', introduz o PIN individual no referido site, está a  dar, sem o saber, a possibilidade ao burlão de usar esse 'voucher' em compras online, em sites que os aceitam", referem os CTT.

 

"Neste tipo de situações, o próprio utilizador tem um papel  importante, devendo tentar confirmar com as autoridades policiais, as entidades  financeiras ou na própria Internet a veracidade destes pedidos de pagamento",  aconselham os Correios, comentando que, "como em situações de fraude no mundo  físico, a informação e a cautela são sempre bons conselheiros".

 

No entanto, depois de ser efetuado a emissão do 'voucher',  concretizando o pagamento, o indivíduo burlado tem muita dificuldade em  conseguir anular a emissão do pagamento. Explicam os Correios que "a deteção  destas situações é dificultada porque o uso final do 'voucher' não é do  conhecimento de quem disponibiliza esse instrumento, uma vez que os 'vouchers'  são meios de pagamento basicamente semelhantes ao dinheiro em espécie que se  levanta num banco".

 

Os CTT dizem estar "sempre disponíveis para colaborar com  quaisquer entidades, incluindo autoridades policiais, de modo a desmantelar este  tipo de situações e também a contribuir para a literacia informática da  população".

Ataques esta semana

No comunicado emitido pela PSP, é referido que "nos últimos  dias estão a ser disseminados pop ups com o logótipo da PSP (Direção  Nacional) e com instruções para pagamento", por suposta violação da lei de  "direitos de autor e direitos adjacentes" e ou por divulgação de "conteúdos  pornográficos proibidos".

Refere o comunicado da PSP que estes ataques informáticos,  "além de conterem uma identificação gráfica mais credível e cuidada, possuem  ainda indicadores que induzem os utilizadores em erro, ativando inclusive a webcam do PC, levando o utilizador a acreditar que está a ser  monitorizado.

 

Os utilizadores são ainda informados que os atos praticados  constituem um crime ou uma contra ordenação punível com 'multa', sendo intimados  a procederem a um pagamento monetário para desbloquearem o computador".

Como se livrar do vírus burlão

O próprio comunicado da PSP dá indicações sobre o procedimento  que deve ser seguido para eliminar estes vírus. Sugere que o utilizador do  computador pessoal deve entrar no computador em "Modo de Segurança" e a seguir  deve abrir o menu iniciar\todos os programas\arranque.

 

"Aqui encontrará um atalho para um ficheiro executável, cujo  nome é constituído por um grupo de números e letras e que terá que ser  eliminado", refere ainda, aconselhando os passos seguintes para proceder à sua  eliminação:

 

 "aceder a C:\Documents and Settings\nome do utilizador\Menu  Iniciar\Programas\Arranque (no caso do windows XP)ou C:\Users\nome do  utilizador\Menu Iniciar\ Programas\ Arranque (no caso do windows 7)".

 

Diz a PSP que "nesta pasta deverá remover o ficheiro atrás  referido.

 

Após a remoção do ficheiro, deverá voltar a: menu iniciar\todos os  programas\arranque, deverá selecioná-lo com a tecla direita do rato e  eliminá-lo. Poderá iniciar agora o seu computador normalmente", remata o  comunicado da polícia.

 

Fonte:

 

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publicado às 22:00

 

Fusão de polícias congela admissões durante cinco anos

 

Nos últimos anos, multiplicaram-se os estudos sobre a reforma do Sistema de Segurança Interna.

Tentou-se perceber como se faz lá fora e foram propostas mudanças - que nunca avançaram

 

Enquanto o Governo de coligação PSD/CDS não chega a consenso sobre a reforma do Sistema de Segurança Interna que os sociais-democratas apregoaram na campanha eleitoral, em vésperas da realização de mais um protesto de contestação ao Executivo, Miguel Macedo prometeu na quinta-feira o início do processo de promoções das forças de segurança pública até ao final do ano.

 O plano do PSD passa por fundir PJ, SEF e PSP num corpo policial único, prevê uma poupança de 136 cargos dirigentes e o congelamento das contratações entre três a cinco anos. Mas a proposta laranja não deverá avançar para já, porque o CDS, já em Governo de coligação, se opôs.

 

O retrato foi traçado há pelo menos seis anos e o primeiro-ministro voltou recentemente a tocar no assunto: há forças e serviços de segurança a mais, com graves problemas de cooperação e articulação, sobretudo por estarem sob várias tutelas. A solução, revelou Passos Coelho, passa por "avançar com um sistema dual puro".

A ideia é criar uma força civil, denominada Polícia Nacional (PN) - que integrará a PSP, o SEF e a PJ -, e uma outra militar, a GNR, ambas sob tutela de um equivalente a um secretário de Estado. O plano traçado pelo PSD, a que o DN teve acesso, permite poupar 135 cargos dirigentes e impedir contratações entre três e cinco anos.

Mas o CDS opôs-se a que fosse posto em prática.

 

O plano começou a ser desenhado ainda em 2010 e, com as legislativas antecipadas de 2011, acabou vertido no programa eleitoral do PSD. No entanto, apurou o DN junto de fonte do CDS, já nas negociações para o programa de Governo acabou por cair. "Num momento como o que estamos a viver, não podíamos provocar instabilidade nas forças de segurança", disse uma fonte do CDS, que preferiu não se identificar, dado o atual contexto político marcado pela divisão de opiniões entre os dois partidos que formam o Governo de coligação.

 

Apesar da recusa, em junho, num discurso na Escola da GNR, Passos Coelho voltou a tocar no assunto. Lembrou que Portugal tem "uma taxa de cobertura de 488 polícias por cem mil habitantes [...] valor só ultrapassado, na Europa, pelo Chipre e pela Itália, ao passo que a média nos países europeus é de 352". Mais de um mês depois, no 145.º aniversário da PSP, reforçou a ideia e acabou por se referir à necessidade de haver um "sistema dual puro".

 

O plano previsto revela consciência da "natural reação à mudança" seja por "corporativismo, razões culturais, históricas ou identitárias" das polícias envolvidas na mudança. Mas, de acordo com o estudo preliminar para a implementação do Novo Modelo Policial Português, estes "temores" são "infundados". E trará ganhos acrescidos a todos, nomeadamente nos custos: em cargos de chefia e serviços de apoio haverá uma redução de 30%. Nas chefias, dos atuais 44 da PJ, 104 da PSP e 38 do SEF, passa para um total máximo de 50 - menos 136. "E num período possível entre três e cinco anos não será necessário admitir pessoal para as componentes de investigação criminal, estrangeiros e segurança pública", diz o documento.

 

Poupanças ainda impossíveis de traduzir em euros. "Só depois de definida a nova estrutura e feitas as contas aos salários é possível quantificar", disse fonte do PSD. O primeiro passo nesta mudança será visível já este mês, com a estreia da tão esperada Plataforma de Interoperacionalidade de Informação Criminal - um sistema de informações policias comum a todas as forças.

 

Seguem-se as leis orgânicas da GNR e da PSP, que devem ser alteradas até ao final do ano. Só na PSP está prevista a redução de mais de 120 cargos de chefia e a diminuição dos núcleos e secções, nos diversos comandos distritais, dos atuais 592 para 180.

Estas medidas, anunciadas no programa do Governo em junho do ano passado, preveem "maior articulação, no terreno, entre forças e serviços de segurança, confirmando a opção pela existência de um sistema de segurança dual, assente numa vertente civil e numa vertente militarizada".

 

Ainda assim, o plano parece ter passado ao lado da social-democrata e ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, quando em março deste ano recusou publicamente "a possibilidade de uma polícia única em Portugal, criada a partir ou com a Polícia Judiciária". Ideia contrária, a de uniformização, e não de uma polícia única, transmitiu, dois meses depois, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, quando no Instituto de Defesa Nacional lembrou os "novos riscos sociais" e a necessidade de "um novo enquadramento político do papel renovado das forças e serviços de segurança", revelando ser esta uma prioridade.

 

Enquanto a coligação não chegue a consenso para pôr o plano do PSD em prática, Miguel Macedo prometeu na quinta-feira dar início ao processo de promoções nas forças de segurança pública até ao final do ano. Em vésperas de mais uma manifestação e com a possibilidade de as forças de segurança participarem fardadas, o Governante reuniu-se com as estruturas representativas das forças de segurança e ficou também a promessa de abertura de concursos para progressão interna na carreira e enquadramento na nova tabela remuneratória a partir de janeiro, situações que se arrastam desde 2010.

 

O CDS defende uma alternativa à cooperação policial que mantém a Polícia Judiciária no seio do Ministério da Justiça e as outras polícias no da Administração Interna. "Basta um reforço do papel do secretário-geral de Segurança Interna e da partilha de informações", revelou a fonte que conseguiu que o plano da Polícia Nacional (PN) não constasse no programa do Governo de coligação. "A questão da administração interna foi uma das últimas cinco matérias a serem fechadas. E nós opusemo-nos à fusão da PSP, da PJ e do SEF numa Polícia Nacional", acrescentou.

 

 No programa eleitoral, o CDS revela claramente que este não é o momento para "entrar numa discussão teórica sobre a criação de uma polícia única, ou sobre fusões, cisões e incorporações" que "trazem em si conflitos permanentes". Mas reconhece que "o País devia encarar sem complexos a questão de uma tutela única" para "garantir a necessária unidade de comando" - que não existe.

 

"Acho urgente que o Governo se decida. A ministra [da Justiça] diz uma coisa, o ministro [da Administração Interna] e o primeiro-ministro dizem outra. É importante que se defina e que haja uma discussão para que todos entendam os prós e os contras", considerou ao DN Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP).

 

"Os partidos não debatem os problemas. As políticas públicas são formuladas em geral pelos ministros e não expressam a vontade dos partidos. Em Portugal não existe só défice financeiro, também há défice de discussão", critica e justifica o social-democrata Ângelo Correia, um dos autores do plano do PSD, que também participou num estudo para a reforma da Segurança Interna elaborado em 2006. "O País carece de um sistema novo porque o atual é caro e ineficaz", defende.

 

A criação da Polícia Nacional

 

Ângelo Correia explicou que, ainda em 2010, foram ouvidas várias pessoas do sector e, aproveitando as conclusões do estudo finalizado em 2006, foi traçado um plano. O objetivo seria integrar na PN a PSP, a PJ e o SEF - cada uma com as atuais funções, embora sob um diretor e serviços de apoio comuns. Já a força militar, a GNR, preservaria a sua identidade, como complemento da defesa militar da República em "momentos essenciais" e na parte policial em coordenação com a PN. Estas mudanças obrigariam a alterações posteriores.

 

É o caso, por exemplo, do fim do Grupo de Operações Especiais da PSP e da Polícia Marítima, cujas atribuições passam para a GNR. Neste cenário, extingue-se a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, assim como a Polícia Judiciária Militar, sendo as suas funções diluídas entre as duas forças.

 

Fonte:

 

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publicado às 23:09

 

Ministério da Administração Interna (MAI) vai abrir, nos próximos dias,  concursos de promoção para agentes principais, chefes e chefes principais na  PSP, disse hoje à Lusa fonte do MAI.

 

Numa reunião realizada no final do mês de setembro com os  sindicatos da Polícia, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, tinha  anunciado que estava previsto, ainda para este ano, a abertura dos  concursos.

 

Fonte sindical adiantou à Lusa que o Ministério das Finanças já  autorizou a abertura dos concursos.

Entretanto, fonte do MAI confirmou que os concursos vão ser  abertos nos próximos dias.

Em causa está a promoção de 500 agentes para agentes  principais, de 367 chefes para chefes principais e 200 vagas para chefes.

 

O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da  Polícia (ASPP/PSP), Paulo Rodrigues, disse à Lusa que estas promoções são  "muitos importantes" para a PSP, tendo em conta que é uma situação que se  arrasta há muito tempo na instituição.

Paulo Rodrigues congratulou-se ainda por o ministro Miguel  Macedo estar a cumprir o prometido.

 

Porém, a ASPP mantém a manifestação agendada para 06 de  novembro, em Lisboa, já que, na origem do protesto, estão outros problemas que  se arrastam desde 2010, nomeadamente a não colocação de todos os polícias nas  novas tabelas remuneratórias e o não pagamento de retroativos aos polícias que  já foram integrados nos índices salariais em vigor há três anos.

 

Fonte:

 

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publicado às 23:19

 

A Lusa pediu ao Ministério das Finanças que esclarecesse se a proposta negocial hoje discutida, que vai aumentar a idade da reforma dos funcionários públicos para os 65 anos, também se aplicava às forças de segurança, tendo sido respondido que “não há alterações nas idades legais já previstas para as reformas”, mas sim “o acelerar dos respectivos processos de convergência”, tal como acontece com a generalidade da Administração Pública.
No caso da PSP, segundo o Ministério das Finanças, estava previsto que o acesso ao regime de pré-aposentação passasse para os 59 anos e seis meses apenas em 1 de Janeiro de 2014. A proposta antecipa este processo em um ano.


A Federação Nacional dos Sindicatos da Administração Pública (FESAP), que hoje esteve reunida com o Governo, tem, porém, outro entendimento do documento, e considera que o objectivo do Governo é o aumento da idade da reforma para os 65 anos para toda a função pública, incluindo militares e forças de segurança.


O Governo enviou na segunda-feira aos sindicatos da função pública uma segunda versão de proposta negocial anual para inclusão no Orçamento do Estado de 2013, na qual está previsto que a idade da reforma passe para os 65 anos.
Nobre dos Santos, da FESAP, em declarações à Lusa, disse que a proposta acaba com os regimes de excepção para as forças de segurança e militares e, a ser aprovada, entrará em vigor em Janeiro de 2013.


“A proposta abrange, a partir de Janeiro de 2013”, estes grupos profissionais. “Essa pergunta foi feita por nós na reunião de hoje, e foi-nos respondido que, a partir de Janeiro, a idade de reforma é os 65 anos. Vamos assistir a uma corrida às aposentações até ao final do ano. A maneira como é feita a gestão da administração pública é poupar na farinha e gastar no farelo”, disse.

No entanto, questionado pela agência Lusa, o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, garantiu que os militares e os polícias não se reformarão aos 65 anos de idade, mas sim aos 60 anos.


“Esclareço que militares e polícias não passam a reformar-se aos 65 anos de idade. Reformam-se aos 60 anos de idade, a pedido ou automaticamente, após a permanência cinco anos na situação de reserva fora de efectividade, situação à qual podem aceder aos 55 anos de idade”, disse Hélder Rosalino num esclarecimento escrito.
O secretário de Estado adianta que “o diploma em projecto limita-se a revogar o regime de transição da antiga idade legal (em vigor até 2005) para a nova idade legal (definida pelo legislador em 2005/2006), que é de 60 anos”.


Entretanto, e tendo conhecimento da proposta negocial do Governo, a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) disse à Lusa que vai questionar o Ministério da Administração Interna sobre o futuro do regime da pré-aposentação, uma vez que considera que o documento levanta dúvidas.


Paulo Rodrigues adiantou que, da leitura da proposta, se concluiu que o regime da pré-reforma poderá acabar.
Pelo seu Estatuto Profissional, os polícias entram na pré-reforma aos 55 anos de idade e aos 36 anos de serviço.


O presidente do sindicato mais representativo da PSP adiantou ainda que, obrigar um polícia a trabalhar na rua até aos 60 anos, “põe em causa o funcionamento” da instituição, que ficará com uma média de idades de 50 anos.

 

Fonte:  

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publicado às 21:55


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