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Desmantelada rede de casamentos de conveniência com ligações a Portugal

 

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) desmantelou hoje  uma rede criminosa de casamentos de conveniência, auxilio à imigração ilegal e  falsificação de documentos, tendo detido seis pessoas, numa operação em  simultâneo em França e no Reino Unido.

 

De acordo com o SEF, a operação "Xeque ao Rey" é a primeira  operação resultante de uma equipa de investigação conjunta entre vários países  europeus, neste caso Portugal, Reino Unido e França, e foi o culminar de sete  meses de investigação.

 

Na sequência desta operação, e no cumprimento de vários  mandados judiciais, foram efetuadas seis buscas em domicílios, três buscas e  apreensão de veículos e uma busca de estabelecimento comercial que resultaram na  detenção de seis pessoas, para além da apreensão de 1,5 quilos de haxixe,  documentos, computadores e telemóveis.

 

Em Portugal, a operação decorreu "em diversos locais da zona de  Lisboa e a sul do Tejo". Para além dos seis mandados de detenção, foi também  executado um mandado de detenção europeu.

 

Para além das seis pessoas detidas em Portugal - quatro homens  e duas mulheres - foram detidas mais 17 pessoas no global da operação,  contabilizando assim 23 pessoas, entre 10 detenções em França e outras sete no  Reino Unido. As duas mulheres detidas em Portugal são de nacionalidade  portuguesa e funcionavam como angariadoras.

 

As pessoas agora detidas serão presentes a Tribunal nas  próximas 48 horas.

Homens e mulheres "precários" aliciados com avultadas  somas de dinheiro  

Os detidos estão indiciados por associação criminosa, auxílio à  imigração ilegal, falsificação e contrafação de documentos, burlas e fraudes  bancárias, bigamia, branqueamento de capitais, entre outros crimes.

 

Segundo o SEF, esta rede criminosa dedicava-se a angariar  homens e mulheres portugueses "em situação económica precária" para casarem com  cidadãos estrangeiros em vários países europeus a troco de avultadas somas em  dinheiro, entre 15 mil a 20 mil euros.

 

Maioria dos "noivos" era oriunda de países indoestânicos como a  Índia, o Paquistão ou o Bangladesh, mas também da Nigéria.

 

Os casamentos realizavam-se em países como Espanha, França,  Suécia, Reino Unido, Dinamarca e Alemanha e maioria dos "noivos" era oriunda de  países indoestânicos como a Índia, o Paquistão ou o Bangladesh, mas também da  Nigéria.

120 agentes envolvidos 

O valor total angariado por esta rede com os casamentos de  conveniência ainda não está contabilizado.

 

Nesta operação estiveram envolvidos 120 agentes, entre 50 em  França, 40 em Portugal e 30 no Reino Unido.

 

À Lusa, fonte do SEF, pertencente à Direção Central de  Investigação, Pesquisa e Análise de Informação (DCIPAI), de onde partiu a  investigação, explicou que Portugal aderiu à criação da equipa de investigação  conjunta (EIC) a pedido do Reino Unido, pedido depois formalizado através da  assinatura do respetivo acordo, a 30 de janeiro, na sede do Eurojust.

 

A mesma fonte adiantou que esta foi a primeira operação do  género realizada e afirmou acreditar que o futuro da investigação do crime de  casamento de conveniência passe por este tipo de investigações conjunta.

 

A justificar isso está o facto de o modo de operação destas  redes estar a mudar e de a opção ser de angariar mulheres em Portugal para  depois casarem noutros países europeus, o que torna este fenómeno num problema  europeu.

 

Para o sucesso no combate a este crime, a fonte do SEF defendeu  que seria necessária uma uniformização da penalização do crime de casamento de  conveniência e, por outro lado, a possibilidade de haver um registo civil  uniforme ou acessível aos vários estados europeus porque sem isso não é possível  saber se uma mulher é ou não já casada em qualquer país europeu.

 

Esta fonte do SEF acredita, por isso, que vai continuar a  registar-se até ao final do ano e durante 2013 um "aumento exponencial" do  número de casos.

 

 

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publicado às 22:56

 

 

  

Militares e polícias na reserva aos 55 anos

 

A proposta de Orçamento do Estado pôs, os deputados da maioria tiraram:
o resultado final é que os militares e polícias poderão continuar a passar à reserva aos 55 anos de idade.
 
 
 
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publicado às 20:28

ATÉ AO LIMITE........

por @k, em 14.11.12



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publicado às 23:51

 

 

 

No debate na especialidade do Orçamento do Estado (OE) para 2013 da administração interna, a decorrer no parlamento, Miguel Macedo adiantou que a PSP vai receber no próximo ano 796.9 milhões de euros, mais 13,2 por cento do que em 2012, a GNR 937.9 milhões de euros, mais 9,9 por cento.

 

Por sua vez, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que este ano recebeu 85 milhões de euros, vai auferir 84.1 milhões em 2013.

 

O ministro afirmou que a redução do orçamento do SEF "não se traduz" em menos verbas para aquele serviço de segurança, uma vez que houve estruturas que ficaram integradas na Direção Geral de Infraestruturas e Equipamentos.

 

Miguel Macedo afirmou também que, para o próximo ano, o ministério vai gastar 57 milhões de euros para a integração de todos os elementos da PSP e GNR nos sistemas remuneratórios que entraram em vigor em 2010, promoções e atualização do suplemento das forças de segurança e do subsídio de fardamento.

 

Segundo o governante, o suplemento das forças de segurança vai passar de 18 para 20 por cento e o subsídio de fardamento será aumentado para 300 euros.

 

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publicado às 22:10

 

 

 

FORÇAS DE SEGURANÇA VÃO CONTINUAR A BENEFICIAR DOS PASSES SOCIAIS

 

O Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, afirmou que os elementos das forças de segurança vão continuar a beneficiar dos passes sociais, que continuarão a ser pagos pela PSP e GNR. «O transporte é gratuito para os elementos das forças de segurança, mas não é gratuito para as instituições», referiu o Ministro da Administração Interna, sublinhando que o artigo no Orçamento de Estado para 2013, que impede a atribuição do passe social, «não tem esse efeito» para os elementos da PSP e GNR.

 

Miguel Macedo falava no final de uma reunião no Gabinete Coordenador de Segurança, em Lisboa, onde adiantou que será feita uma alteração ao artigo do Orçamento do Estado que refere que só os elementos em patrulha é que podem usar gratuitamente os transportes públicos.

 

 «Já identificamos que a expressão em patrulha é mais restrita do que aquela que existe e deve existir», referiu Miguel Macedo.

 

No âmbito das medidas em curso, o Ministro da Administração Interna referiu tem sido feito um grande esforço «para cumprir com um conjunto de situações que contribuam para aumentar a previsibilidade da situação profissional dos elementos das forças de segurança e repor situações de injustiça».

 

Miguel Macedo reafirmou ainda que, em janeiro de 2013, «todos os elementos da PSP e GNR vão ser colocados nas tabelas remuneratórios que entraram em vigor em 2010 e o subsídio de fardamento vai passar de 200 para 300 euros».

 

Fonte: MAI


PVA....

 

Finalmente .....

Boas noticias para os profissionais da PSP e GNR

 

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publicado às 21:30


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