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SOLUÇÃO: TALVEZ EMIGRAR.....

por @k, em 11.10.13

 

A Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança advertiu hoje que "não aceitará" mais cortes salariais ou outras medidas de austeridade que comprometam a qualidade do desempenho da sua atividade.

Em declarações à agência Lusa, no final de uma reunião realizada no Porto, Paulo Rodrigues, secretário nacional da CPP, sublinhou que estes profissionais estão preocupados com o futuro, depois da divulgação da notícia de que o Governo se prepara para cortar em 10 por cento os salários da Função Pública, já a partir de 2014.

 

Paulo Rodrigues admite que "todas as ações de protesto estão em cima da mesa", caso se confirme a intenção do executivo de reduzir os salários a estes profissionais, sujeitos a uma "lei de incompatibilidades muito rigorosa", que praticamente os impede de exercer ou acumular outra atividade com remuneração.

 

O secretário-geral da CPP alertou para a existência de muitos polícias em dificuldade para pagar os créditos que contraíram antes de o Governo ter aplicado os cortes salariais e outras medidas de austeridade, havendo "situações bastante difíceis" a nível pessoal, que dificultam o dia-a-dia destes profissionais.

 

É neste quadro económico, que ameaça agravar-se, que Paulo Rodrigues salienta que mais cortes salariais ou outras medidas de austeridade impostas a estes profissionais compromete, de forma irresponsável, a "qualidade" do desempenho de uma atividade que é vital para a segurança e um cartão-de-visita para os turistas que visitam Portugal.

 

Paulo Rodrigues lembrou que há dias se efetuou uma reunião com o ministro da Administração Interna, mas que Miguel Macedo apenas adiantou que 2014 irá "ser um ano difícil".

 

A CCP considera que o reforço da austeridade obrigará a uma maior solicitação das forças e serviços de segurança, tendo em conta o descontentamento generalizado entre a população, o que, aliado à desmotivação entre os profissionais deste setor, poderá "ser prejudicial para a eficiência do serviço" a prestar à comunidade.

 

A CCP reitera, assim, a necessidade do reconhecimento, pelo Governo, da especificidade da condição policial e das particularidades inerentes à área da Segurança Interna dentro do que é a Administração Pública.

 

"A segurança dos cidadãos é cada vez mais importante para o normal funcionamento das instituições, para a imagem do país enquanto fator dinamizador da economia nacional, pelo que todo o orçamento destinado às Forças e Serviços de Segurança deverá ser encarado, não como uma despesa, mas como um investimento", diz a CPP, em comunicado.

 

Fonte: Diário Digital com Lusa

 


 

PVA.....

 

Assim... talvez seja melhor seguir o conselho do nosso 1º e a Polícia emigrar

 

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publicado às 21:43



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