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República Portuguesa

 

Portugal condecora polícias espanhóis que ajudaram a desmantelar criminalidade organizada

 

 

O Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, condecorou 18 dirigentes e oficiais da Guarda Civil e da Polícia Nacional espanholas que colaboraram com Portugal na luta contra a criminalidade organizada, numa cerimónia realizada na Embaixada de Portugal em Madrid.
 
«A condecoração representa o agradecimento de Portugal pela excelente colaboração entre as forças de segurança de Portugal e de Espanha», disse Eduardo Cabrita na cerimónia que teve a presença do Ministro do Interior, Juan Ignacio Zoido.
 
A cooperação entre os dois países permitiu nomeadamente à polícia portuguesa desmantelar redes de imigração ilegal, de tráfico de seres humanos e de tráfico de estupefacientes.
 
O Ministro Juan Ignacio Zoido assegurou que a cooperação entre os dois países na luta contra a criminalidade organizada «será cada vez mais estreita».
 
Entre as 18 medalhas de Serviços Distintos de Segurança Pública concedidas, duas foram entregues a título póstumo às viúvas dos agraciados.
 
Antes da cerimónia, os dois Ministros estiveram reunidos para passar em revista a cooperação bilateral nas áreas da proteção civil e cooperação policial.
 
Eduardo Cabrita anunciou que ainda este ano os dois Ministros se reunirão em Portugal para tratar de assuntos de cooperação. 
 
Espanha afirmou que irá continuar a ajudar Portugal na luta contra os incêndios com os meios que forem necessários: «cada vez que Portugal necessite a colaboração e a ajuda de Espanha, tê-la-á», disse o Ministro do Interior espanhol. 
 
A deslocação a Madrid do Ministro da Administração Interna termina com uma visita às instalações da Direção-Geral de Proteção Civil e Emergências de Espanha.

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publicado às 18:18

SOLUÇÃO: TALVEZ EMIGRAR.....

por @k, em 11.10.13

 

A Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança advertiu hoje que "não aceitará" mais cortes salariais ou outras medidas de austeridade que comprometam a qualidade do desempenho da sua atividade.

Em declarações à agência Lusa, no final de uma reunião realizada no Porto, Paulo Rodrigues, secretário nacional da CPP, sublinhou que estes profissionais estão preocupados com o futuro, depois da divulgação da notícia de que o Governo se prepara para cortar em 10 por cento os salários da Função Pública, já a partir de 2014.

 

Paulo Rodrigues admite que "todas as ações de protesto estão em cima da mesa", caso se confirme a intenção do executivo de reduzir os salários a estes profissionais, sujeitos a uma "lei de incompatibilidades muito rigorosa", que praticamente os impede de exercer ou acumular outra atividade com remuneração.

 

O secretário-geral da CPP alertou para a existência de muitos polícias em dificuldade para pagar os créditos que contraíram antes de o Governo ter aplicado os cortes salariais e outras medidas de austeridade, havendo "situações bastante difíceis" a nível pessoal, que dificultam o dia-a-dia destes profissionais.

 

É neste quadro económico, que ameaça agravar-se, que Paulo Rodrigues salienta que mais cortes salariais ou outras medidas de austeridade impostas a estes profissionais compromete, de forma irresponsável, a "qualidade" do desempenho de uma atividade que é vital para a segurança e um cartão-de-visita para os turistas que visitam Portugal.

 

Paulo Rodrigues lembrou que há dias se efetuou uma reunião com o ministro da Administração Interna, mas que Miguel Macedo apenas adiantou que 2014 irá "ser um ano difícil".

 

A CCP considera que o reforço da austeridade obrigará a uma maior solicitação das forças e serviços de segurança, tendo em conta o descontentamento generalizado entre a população, o que, aliado à desmotivação entre os profissionais deste setor, poderá "ser prejudicial para a eficiência do serviço" a prestar à comunidade.

 

A CCP reitera, assim, a necessidade do reconhecimento, pelo Governo, da especificidade da condição policial e das particularidades inerentes à área da Segurança Interna dentro do que é a Administração Pública.

 

"A segurança dos cidadãos é cada vez mais importante para o normal funcionamento das instituições, para a imagem do país enquanto fator dinamizador da economia nacional, pelo que todo o orçamento destinado às Forças e Serviços de Segurança deverá ser encarado, não como uma despesa, mas como um investimento", diz a CPP, em comunicado.

 

Fonte: Diário Digital com Lusa

 


 

PVA.....

 

Assim... talvez seja melhor seguir o conselho do nosso 1º e a Polícia emigrar

 

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publicado às 21:43

 

Novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional

Direcção da PSP pondera demissão

 

Hierarquia da polícia considera que o Governo pode estar a preparar um reforço do papel da GNR em detrimento da própria PSP.

 

O novo conceito estratégico de segurança e defesa nacional, que o Governo prevê aprovar quinta-feira em conselho de ministros, ameaça abrir uma crise sem precedentes na PSP.

 

O documento prevê um esvaziamento de competências de tal ordem que a própria direcção nacional da polícia pondera reagir, por exemplo, colocando os lugares à disposição.

 

A versão que agora existe – a segunda de um processo de revisão que começou em Junho - prevê que a PSP passe a ser uma "força vocacionada para o policiamento de proximidade nas grandes cidades, privilegiando os programas especiais de policiamento comunitário".

 

Elucidativo das mudanças que o documento pode implicar é a referência ao armamento e ao equipamento, que "para a PSP deve ser individual e ligeiro e usado exclusivamente em missões policiais em meio urbano".

A hierarquia da PSP não vê outra maneira de ler esta referência senão a de que se prepara o fim da Unidade Especial de Polícia, da qual fazem parte o Grupo de Operações Especiais, o Corpo de Intervenção, o Centro de Inactivação de Engenhos Explosivos e o Grupo Cinotécnico.

 

No horizonte surgem problemas para gerir situações como um simples jogo de futebol de alto risco, uma manifestação mais violenta ou até uma quase diária operação de grande envergadura em bairros ditos problemáticos.

 

O documento que o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, agora tem nas mãos propõe que a GNR passe a ter a "responsabilidade no combate à criminalidade mais violenta e ao terrorismo, na protecção de pontos sensíveis, na vigilância e controlo de infra-estruturas críticas e responsabilidade nas principais vias de comunicação e fronteiras".

 

Sendo assim, a GNR ficará dotada de meios multifuncionais para o cumprimento de missões militares e policiais, o que inclui armamento e equipamento mais robusto.

 

Este novo conceito estratégico de segurança e defesa nacional visa substituir o que existe desde 2003 e resulta do trabalho de uma comissão composta por 25 personalidades, entre as quais Adriano Moreira, Severiano Teixeira, Jaime Gama e Ângelo Correia. Deste grupo não fazem parte membros das forças de segurança.

 

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publicado às 20:25


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